Achocolatados: paixão de infância revisada

Quando pequena, meu apelido em família era bezerra diante do litro de leite que eu tomava diariamente – se deixassem, claro. Mas o leite puro nunca foi meu preferido. O que sempre gostei mesmo foi de leite achocolatado, fosse ele pronto para beber ou daqueles que temos que misturar o pó (preferencialmente deixando bolotinhas para comer no final do copo). Toda essa ladainha foi para dizer que, por conta desse histórico, não resisto quando vejo uma novidade achocolatada em caixinha no supermercado. E saio experimentando!


O grande amor da minha vida é o Nescau em pó. Foi dele minha devoção por pelo menos 15 anos. O da embalagem acima, antiga, que fazia muitas bolotinhas e tinha sabor de chocolate de verdade. Desde que a latinha foi modernizada, mudaram também a fórmula e meu amor se perdeu um pouco. O que abriu precedentes para experimentar outros tipos de achocolatados. Entre eles Toddy, Quicky e Mágico (quem lembra desse?), entre outros.

Minha atual paixão é o Toddynho, que para muitos já faz parte da vida desde sempre, mas que faz parte da minha só nos últimos sete anos. Ok, tenho 30 e já devia ter parado de tomá-lo, mas não consigo resistir, apesar de ter diminuído muito a frequência – bebo no máximo uma ou duas vezes na semana. No resto dos dias, opto ou pelo Achocolatado Gold, que não tem açúcar, ou por uma bebida mais “adulta”, tipo suco de soja ou café (com leite).

Experimentei recentemente um Toddy de caixinha – não Toddynho, Toddy mesmo, mas não curti. Também já contei aqui sobre o Ovomaltine de caixinha, que provei no início do mês. Acho que ambos visam o público infantil e por isso não ganharam meu coração. Já tomei também Nescau pronto e tal… mas não tem jeito. O Toddynho ainda ganha de 10 a zero. Só não recomendo mesmo o achocolatado Leco, que vem em um recipiente de vidro e tem um sabor muito estranho.

McDia Feliz 2011: Peça um Big Mac e devolva sorrisos

O McDia Feliz é o dia de maior movimento no ano nos restaurantes McDonald’s. Em 2010, em apenas um dia, foram vendidos 1,4 milhão sanduíches Big Mac, arrecadação recorde de R$ 13 milhões. Ao longo dos últimos 22 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. A campanha é um sucesso graças à participação fundamental de funcionários,franqueados e fornecedores do sistema McDonald’s, além da mobilização de cerca de 30 mil voluntários que incentivam a sociedade a abraçar a causa da luta contra o câncer.
A campanha deve beneficiar, somente em São Paulo, mais de 2.500 crianças e adolescentes em tratamento na cidade. Além da Casa Ronald McDonald e do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC), a campanha contemplauma nova associação: a TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer – receberá o valor arrecadado com a venda de sanduíches Big Mac (isoladamente ou na McOferta) dos restaurantes McDonald’s da Zona Leste de SãoPaulo e Guarulhos. Os recursos serão destinados à construção da Casa de Apoio, que será construída em um terreno ao lado do ambulatório de oncologia pediátrica da instituição.

O McDia Feliz, maior campanha em benefício de crianças e adolescentes com câncer do país, coordenada nacionalmente pelo Instituto Ronald McDonald, acontece neste ano no dia 27 de agosto em todos os restaurantes McDonald’s do país. Na data, os recursos arrecadados  serão revertidos para 74 projetos de 59 instituições.
Você também pode ajudar:

  1. Depositando parte do seu troco nos cofrinhos que estão nos caixas dos restaurantes e quiosques de sorvetes do McDonald´s.
  2. Sendo um membro contribuinte ou fazendo uma doação para o Instituto Ronald McDonald.

Para saber mais detalhes sobre a campanha e conhecer as instituições, visite: http://www.instituto-ronald.org.br

Receita: Bolo cuca de morango

Ingredientes:

Para a massa:

1 colher (sopa) de margarina light

1 xícara (chá) de STEVITA CULINÁRIA

1 ovo

½ copo de leite desnatado

1 xícara (chá) de farinha de trigo

1 pitadinha de sal

½ colher (sopa) de fermento em pó

1 xícara (chá) de morango fatiado

½ colher (sopa) de STEVITA CULINÁRIA

Para a farofa:

½ colher (sopa) de STEVITA CULINÁRIA

½ colher (café) de canela em pó

½ colher (sopa) de margarina light

3 colheres (sopa) de farinha de trigo

Modo de preparar:

Coloque os morangos numa peneira e salpique com a ½ colher (sopa) de STEVITA CULINÁRIA. Reserve. Bata o STEVITA CULINÁRIA, o ovo e a margarina light. Acrescente os demais ingredientes e mexa novamente. Coloque a metade da mistura em forma redonda, de 24 cm, untada e enfarinhada. Coloque as rodelas de morango e jogue a outra parte da mistura por cima. Coloque algumas rodelas por cima. Para preparar a farofa, misture manualmente todos os ingredientes da mesma. Despeje a farofa sobre a massa e leve para assar em forno pré-aquecido, até dourar.

Rendimento: 8 porções (65 g cada)

Calorias: 158,4 kcal/porção

Carboidratos: 28,3 g

Proteínas: 4,8 g

Lipídios: 2,9 g

Receita convencional: 230,7 kcal/porção

*A receita foi enviada pela assessoria de imprensa da STEVITA CULINÁRIA  e não foi testada pelo Aventuras Gastronômicas

Salad Creations: falta de preparo dos atendentes e melhorias urgentes nas embalagens

Comer salada não é algo natural para mim, pois não tive o hábito de comer legumes e verduras até 18, 19 anos. É sério. Enfim, eu forço a barra, me esforço, engulo correndo legumes cozidos no meio da comida para disfarçar o gosto e me jogo no alface quando preciso de fibras. Por isso, é bem decepcionante escolher uma refeição equilibrada em um lugar como o Salad Creations e receber um atendimento mal educado e uma embalagem para viagem que vem desmontada, com molho escorrendo.


Deixo claro que nunca experimentei comer nenhum prato da rede na praça de alimentação, logo vou passar minha experiência como cliente que pediu uma salada para viagem. Em primeiro lugar, não achei a salada boa (nem o maridão, que adora salada, gostou). Pedi uma simples Salada Caesar e recebi um monte de folhas de alface com montanhas de croutons molengas e parco molho sem muito gosto de queijo. Frango? Precisei pescar no meio das alfaces. Isso que vocês estão vendo aí embaixo é pão, não frango.

Esse problema, da falta de sabor, descobri em casa. Na loja, tive um péssimo atendimento por dois motivos: primeiro recebi um fora porque fiz uma foto do cardápio. Não foi um educado “por favor, não fotografe”, entendem? Foi um grosseiro urro de “você não pode fazer fotos”. Logo depois, quando pedi para viagem, recebi uma careta seguida de cara fechada e má vontade até para passar o cartão de débito. Além de aguentar bico da mulher do caixa, percebi logo que a embalagem da rede não é adequada para viagem: a tampa não encaixava direito e foi preciso prender os lados com adesivos para que fosse possível levar o prato para casa. Lamentável. Abaixo, uma das fotos pelas quais eu quase apanhei.