Decepção: Especial Os melhores hambúrgueres da cidade da Época São Paulo


Sou assinante da revista Época desde o número 1, quando ela ainda era considerada uma opção à Veja. Há dois anos tenho contato com a Época São Paulo, uma revista mensal que chega sempre na última semana no mês e equivale à Vejinha semanal, com dicas de programas, informações da cidade e guia de restaurantes, bares, comidinhas, cinema e teatro. Sempre gostei da publicação e confesso que ela me ajudou a entender um pouco mais como Sampa funciona.

Por tudo isso, fiquei ansiosa (Cláudia também) pela revista publicada este mês, com um especial “Os melhores hambúrgueres da cidade”. Imaginei ver meus preferidos ali listados, com dicas de hamburguísticas diferenciadas e fora do circuito mais conhecido, além de críticas construtivas, claro. Infelizmente, ficamos decepcionadas: a revista privilegiou claramente alguns lugares (e chefs), criticou casas que merecem muito mais do que apenas uma visita (como o A Chapa, o Zena Caffè e o General Prime Burguer), e citou opções comuns que não são ruins, mas não merecem estar em um guia decente de hambúrgueres. Resumindo: nós gostamos dos lanches do The Fifties e do América, por exemplo, mas não dá para listá-los junto a hamburgueres como os da Hamburgueria Nacional ou do Ritz.

Claro que não discordamos de tudo, mas acredito que o Especial poderia ter sido melhor executado e dividido – as categorias acabaram esvaziando bastante as expectativas. De qualquer forma, concordamos que o St. Louis merece figurar entre os melhores hambúrgueres e estamos doidas de vontade de ir ao 210 Diner para saber o que há de tão especial. No entanto, ainda estamos tentando descobrir qual é a graça da Lanchonete da Cidade: quando fui lá, pedi um bombom e achei absolutamente insosso, com ingredientes parcos e montagem lamentável. Isso sem contar o fato do Burdog estar na lista de bons lanches. Alguém entendeu?


St. Louis: realmente muito bom

Lanchonete da Cidade: entre os melhores?


Burdog: crítica em breve (para ficar ruim, precisa melhorar)

Panelão do norte: música ao vivo e porções fartas

Procurando um lugar sem frescura, com preço camarada, porções generosas e, de quebra, animado? O restaurante Panelão do Norte pode ser “a” pedida!

O salão da unidade próxima do shopping Anália Franco acomoda 267 pessoas sem aperto. As mesas são bem separadas e uma parte do local, de sexta, sábado e domingo, fica reservado para quem se arrisca a dançar um pouco de forró. Paga-se apenas 2,75 pelo couvert artístico.

A costela no bafo à moda do Panelão custou R$ 47,30. Polenta, arroz e feijão de corda são os acompanhamentos do prato, que serve bem 2 pessoas com sobra. Dependendo da fome, acho que3 pessoas saem satisfeitas.

Nem as bebidas custam o olho da cara. O refrigerante custa R$ 3,50 e a cerveja long neck sai por R$ 3,30. Sim, a cerveja é mais barata que o refri. Veja aqui a foto que tirei da nota fiscal.

Veja os pratos da casa aqui.

Panelão do Norte
Avenida Vereador A. Ferreira, 1106
Telefone: 11 2673-8944

Zena Caffè: ambiente romântico, excelente atendimento e muito sabor para todos os gostos

Quando soube que o Zena Caffè, do super simpático chef Carlos Bertolazzi, estava fazendo reservas pelo facebook, tratei logo de agendar uma visita para maridão e eu em uma sexta-feira à noite para lá de quente. Chegando ao local, fomos super bem-recebidos e levados a uma mesa na varanda do restaurante, que tem um ambiente muito romântico, com luz baixa, escurinho na medida certa, com direito a muitas plantas, teto transparente que protege da chuva e climatizador. Depois fui perceber o quanto o lugar era disputado, pois no final do jantar já havia fila de espera por uma mesinha na área livre.

De entrada, experimentamos a seleção de focaccias de azeitonas verdes, anchovas e cebola roxa (deliciosa), além da maravilhosa, sensacional e divinamente saborosa focaccia rechada com provolone e calabresa. Uma perdição! A foto não ficou boa, mas garanto que ela chegou à mesa quentinha, com massa crocante e recheio impecável. Não à toa as focaccias são um sucesso!


Na hora do prato principal, o maridão não resistiu à versão italiana de hamburguer servido no Zena com queijo stracchino produzido em Minas Gerais, pão de fermentação natural e molho de tomate fresco, acompanhado de batatas rústicas. Eu preferi o battuto di manzo, com carne picada na ponta da faca coberto com creme de quejo stracchino e arroz de grãos, prato no tamanho ideal para matar a fome sem roubar o espaço da aguardada sobremesa: focaccia alla nutella. Sério, fiquei sem palavras, só provando para saber. Não conhece ainda o Zena? Corre lá!

Zena Caffè
Rua Peixoto Gomide, 1901 – Jardins – SP
(11) 3081-2158