Stuzzi abre sua terceira unidade na zona leste de São Paulo. Agora só falta melhorar o atendimento

A Stuzzi abre sua terceira unidade, agora no shopping Anália Franco, na zona leste de São Paulo. A gelateria está no piso Lírio, o último do shopping e próximo ao cinema (está perto da Starbucks e no andar mais muvucado). Junto com a notícia da nova unidade, surgiu uma dúvida: será que o atendimento será o mesmo da unidade da Vila Madalena? Explico.

No sábado, dia 6, fui com meu namorado na Stuzzi da Vila Madalena e para variar um pouco, só um pouco, a sorveteria estava lotada. Fila para pagar, fila para pedir o sorvete, fila de espera para uma mesa. Normal. Fazia um baita calor em São Paulo…

Mas, alguém pode me explicar qual a dificuldade da sorveteria colocar uma placa que explique a dinâmica da loja? Uma placa simples que explicasse que você primeiro pede o sorvete e depois paga, já ajudaria e diminuiria o transtorno dos fregueses que vão para a fila crentes de que precisam de uma ficha ou algo parecido para escolher o sabor desejado. Se não quiserem colocar uma placa, as garçonetes poderiam avisar aos que entram. Não, não adianta querer facilitar a vida das pessoas…

Além disso, estava na fila com vontade de provar alguns sabores quando a funcionária pergunta quem era o próximo e um sujeito sem educação começou a fazer o pedido. Mesmo informando que estávamos na frente, fomos ignorados. No domingo, mais um dia quente em São Paulo, queríamos uma sorveteria. Qualquer uma, menos a Stuzzi.

Prima Bruschetteria: imperdível!

Nessa vida andanças gastronômicas, a gente esbarra com cada porcaria que vou te contar… Mas quando acertamos no lugar visitado, é só alegria! Quando isso acontece totalmente por acaso então, é felicidade dobrada. Foi assim que conheci a Prima Bruschetteria, casa paulista que tem uma matriz carioca, mas que eu realmente não tinha tido o prazer de encontrar antes.

A estrela do lugar são as bruschettas, claro, e por isso pedimos logo três: calabresa picante (R$ 8,40), ragù feito com carnes bovina e suína (R$ 7,90) e quattro formaggi (R$ 7,30). Difícil dizer qual foi a melhor, mas achei a de ragu especialmente feliz. Uma lasca de pão italiano da melhor qualidade, tostado sem ser duro, com recheio úmido o suficiente para deliciar as papilas gustativas sem molhar a massa. O único pecado da bruschetta de calabresa foi a falta de ser mais picante. E a de queijo estava bem equilibrada entre os sabores, realmente muito boa. Há também 16 tipos de bruschettas frias, como caprese (R$ 7,50), gorgonzola e mel (R$ 6,70) e salmão defumado com sour cream (R$ 10,50).


De prato principal, fui de tagliatelle com ragu bolognese tradizionale (R$ 16 – meio – ou R$ 29 – inteiro). Divino! Sabe aquele prato em que tudo dá certo e cada ingrediente harmoniza com o outro perfeitamente? Então, absolutamente delicioso. Dá para perceber que fiquei apaixonada, né? E o maridão também fez uma escolha para lá de feliz: risotto de tomate cereja, burrata e manjericão (R$ 18 – meio – ou R$ 33 – inteiro). Cremoso, quentinho, saboroso na medida, com queijo derretendo… ai ai. Ambos pedimos as meias porções, já que as bruschettas eram bem substanciosas. Há outras massas e risotos no cardápio enxuto, com ingredientes como camarões e limão siciliano, cogumelos e azeite de trufas, e spaghetti carbonara. Também é possível saborear antepastos, saladas e sobremesas, entre elas bruschettas doces – como a de nutella com avelã (sim, isso mesmo).

De segunda a sexta, até 16h, há um menu executivo com três opções, entre elas uma bruschetta + salada ou prato por R$ 28. Na lousa que fica logo na entrada são descritas algumas recomendações de prato e opções do dia, que nem sempre estão no cardápio. Para melhor, o ambiente é ótimo durante o dia e ferve à noite, com double drink e happy hour. Pé direito alto, serviço atencioso e comida que chega à mesa quente e relativamente depressa. Vale (e muito) cada visita!

Prima Bruschetteria
Rua Aspicuelta, 471 – Vila Madalena – São Paulo
Tel: (11) 2924-1549 / 2478-3196

Receita: bolo de maçã da vizinha

Por que bolo de maçã da vizinha? Toda semana tem alguma guloseima nova em casa preparada pela vizinha. Minha mãe sempre teve o hábito de cozinhar e distribuir entre os vizinhos para não estragar. A última receita em casa foi justamente um bolo que minha vizinha vive deixando um pedaço para a minha família. Apesar de não ser fã de passas, um dos ingredientes do bolo, recomendo!

Não é bonito o bolo???

Vou colocar aqui como a vizinha passou a receita, veja foto aqui

No liquidifcador:

5 ovos inteiros
2 copos de açúcar
6 colheres (sopa) de óleo

Bater bem todos os ingredientes.

Na bacia:

2 copos de farinha de trigo
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (sopa) de fermento
1 colher (sopa) de nozes moídas
uva passa sem caroço (a que preferir)
2 a 4 maçãs Fuji com cascas (picadas)

Misturar todos os ingredientes, colocar na forma e levar para assar em forno médio por aproximadamente 45 minutos.

Bom apetite!

Comida é cultura

Engraçado como quando pensamos nos estereótipos de alguns países sempre tem a ver com comida.

Por exemplo, tem alguma coisa mais clássica do que um couch potato? Um típico americano, gordão, com camiseta de time de basquete ou beisebol que deixa metade da pança para fora, sentadão em um sofá, na frente da televisão, comendo uma tigela de qualquer alimento nada saudável?

Com certeza esse é um dos melhores. Ninguém consegue pensar em Estados Unidos e não imaginar junk food[bb] ou então comidas em pacotes king size, que dão para alimentar mais de uma família!

Mas a relação entre país e comida que eu acho mais charmosa é a do francês e a baguete. E é verdade mesmo que eles carregam as baguetes de baixo do braço, embrulhadas em um pedacinho de guardanapo ridículo, com o resto do pão balançando de um lado para o outro.

Outro estereótipo comum do francês é com o queijo e o vinho. Franceses adoram queijo! Enquanto aqui a gente come com frequência uns dois ou três tipos, lá existem uns 10! Todos vendidos já fatiados e embaladinhos de um jeito bem bonitinho.
O vinho também é essencial! Tem muito mais prateleiras no supermercado para vinhos do que para os refrigerantes ou para os produtos de limpeza! Pelo menos isso no Intermarché, o que eu costumava fazer compras lá em Vanves (que saudades da França…). Mas, nunca comente com um francês que o maior produtor de vinhos do mundo é a Itália…

Texto publicado anteriormente aqui

Delivery: Oregon

Vocês sabem que eu amo hamburguer, né? E o maridão também não deixa barato… Então nossa primeira ideia de lanche é sempre essa combinação de pão, carne processada (se for caseira então, melhor) e o que mais der na telha. Acredite, até pizza fica em segundo lugar nessa disputa. Sendo assim, resolvemos experimentar mais uma hamburgueria clássica: a Oregon. Mas desta vez diretamente no delivery – quem passa pelo teste da entrega, já tem meio caminho andado para o louvor em uma visita.


Sentiram o tamanho do pequeno sanduba do marido, né? Chesse salada (R$ 15,25) com maionese a parte – muito queijo, muito alface, duas rodelas de alface. As melhores coisas foram mesmo a carne, saborosa e ao ponto, como pedimos ao telefone, e a maionese, bem gostosa e temperadinha. Abaixo, a caixinha de papelão estrategicamente furada para evitar que o lanche murche. Pena que isso não foi suficiente para fazer as batatas fritas chegarem inteiras (R$ 9,90 – meia porção), mas essa é mesmo uma tarefa quase impossível, não é culpa da Oregon.

Eu não resisti a pedir um cheese bacon (R$ 22,75 – achei bem caro apenas para pão, queijo, carne e bacon), apesar de estar controlando o consumo dessa delicinha frita. Não foi o pior bacon que já comi, mas está longe de ser o melhor. Me lembrou um pouco o sabor do bacon do Applebee’s, mais queimadinho. Prefiro aqueles que são fritos sem tostar tanto, que podem ser encontrados no Outback e no A Chapa, por exemplo. E como ando provando alguns tipos de hamburguer de calabresa, para comparar as hamburguerias mais tradicionais, pedi o burguer simples (R$ 13,75) da Oregon. Bem mais apimentado do que eu curto, não pediria novamente.

O balanço geral do pedido foi uma conta salgada (R$ 67,26 – contando os R$ 6,11 do serviço) e barrigas cheias, mas as ânsias por um lanche suculento não foram saciadas. Faltou bossa e sobrou a sensação de que o custo-benefício não valeu a pena. A hamburgueria existe desde 1967 e tem suas qualidades, claro, mas meu primeiro contato não foi tão bom quanto eu gostaria.

Oregon
Rua dos Pinheiros, 1146 – Pinheiros – SP
Tel: (11) 3814-3819