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Casarão do Café [fechado]

Com decoração aconchegante e cara de interior, o Casarão do Café fica em um rua tranquila (ao menos nos fins de semana), perto do buxixo da Faria Lima. Fui tomar café da manhã com o maridão em um sábado pela manhã, já que a casa não abre aos domingos, e fiquei surpresa com a variedade do cardápio com pães, bolos, sanduíches, saladas, sucos… Não à toa fica aberto até o final da tarde, já que é possível tomar café, almoçar e lanchar por lá.

Pedimos dois paulistas (R$ 12,20 cada) compostos por café com leite grande e baguete na chapa com requeijão a parte. Cafezinho delicioso, bem tirado, com espuma cremosa, valeu cada centavo. A marca usada é a Madame D’orvilliers, que eu nunca havia provado mas recomendo. Abaixo um mini-coador de pano bem fofo que quase comprei de tão lindinho.

Abaixo a baguete com queijo na chapa (requeijão a parte) que compunha o kit de café da manhã. Saborosa, mas preferi muito mais o pão de queijo (R$ 1,50 cada) que experimentei depois: textura consistente, sem ser pesado, com muuuuuuuuuuuuuuuuuuito sabor de queijo que remeteu às minhas lembranças de férias no sítio. Um dos melhores que já experimentei.


De sobremesa, fui de bolo caseiro de cenoura com cobertura de chocolate (R$ 4), uma fatia imensa por sinal. Gostoso, mas esperava mais – provavelmente o bolo feito no mesmo dia seja bem mais apetitoso, já que o meu com certeza era do dia anterior. O maridão ainda tomou um suco de laranja honesto a R$ 4,50. Com o “serviço”, o que achei meio forçado já que só havia nós dois no espaço durante toda a refeição e levantamos para pegar algumas coisas no balcão, a conta total foi de R$ 37,84 – bem razoável para tanta comilança matinal.

Casarão do Café
Rua Padre de Carvalho, 46 – Pinheiros – São Paulo
Tel: (11) 3815-2794
Segunda a sexta, de 8h às 18h
Sábado de 9h às 14h (fecha domingo)

Cervejaria Nacional: lugar para beber (e comer) bem

Apesar de beber pouco, quase nada, há pelo menos seis anos, fiquei super interessada em conhecer a Cervejaria Nacional, inaugurada em abril, no coração de Pinheiros (SP). Isso porque sei que, quem gosta de beber bem, também gosta de comer tão bem quanto, via de regra. E fui muito feliz em meu pensamento: mesmo para quem não quiser se aventurar nas cervejas artesanais e outras bebidas da casa (a fábrica fica no térreo, o bar no piso superior e o restaurante no terceiro andar) não sairá decepcionado com os quitutes – há para todos os gostos.


De cara, achei muito simpático a opção de pedir frituras em porções de 2 ou 6 unidades, com preços equivalentes. Dessa forma, é possível provar de tudo (como eu fiz) sem pesar no bolso ou dividir com os amigos. A porção acima é de fantásticos bolinhos de mandioca com lingüiça (R$ 6,80, 2 unidades, e R$ 17 a porção de seis), simplesmente deliciosos. Ir até lá e não prová-los é um crime, juro! Recomendo também os bolinhos de arroz com queijo e o croquete de carne que, pasmem, tem realmente carne.

Outro destaque para lá de positivo é a costelinha aperitivo ao molho barbecue (R$ 29, com 300 gramas) com Kurupira Ale (uma das cervejas da casa): no cardápio diz que a carne desmancha do osso, e não é exagero. O toque de limão cravo é um capítulo à parte. Também no caso da costelinha, é possível pedir a porção de 300 ou de 500 gramas, para qualquer tamanho de fome (ou gulodice).

Impossível deixar de recomendar também as linguiças artesanais (pois é, adoro linguiça!), acessível em três versões – tradicional, erva-doce ou picante – acompanhada de molho vinagrete, farofa e cesta de pães. Ainda na área de embutidos, a alheira (lingüiça especial feita de pão, alho e carne de porco) é outro petiscos que se tornou indispensável, com tempero no ponto e preço camarada (R$ 18 com vinagrete e cesta de pães). Infelizmente as fotos desses pratos não ficaram boas, terei que mostrá-las numa próxima vez.

Para quem quiser aproveitar algo a dois, recomendo o derretido de queijo com Mula IPA (outro tipo de cerveja da casa), feito com queijo emmenthal e cheddar, que também acompanha cesta de pães – tudo por R$ 22 e uma panelinha bem charmosa. O creme vem à mesa quente e se mantém aquecido pela vela.

Fiquei apaixonada também pelo cardápio em si, que é feito em formato de tablóide, com explicações sobre cada tipo de cerveja (todas com nomes com inspiração indígena). O serviço na primeira visita foi excelente, cordial e atencioso. Na segunda, apesar da gentileza do gerente, foi mais atrapalhado por conta de uma atendente que certamente estava em treinamento. Mas nada que comprometesse a alegria da refeição. A degustação dos cinco tipos de cerveja da casa custa R$ 15, com líquido o suficiente para pelo menos três pessoas experimentarem.

Uma coisa bem bacana é o fato de servirem água potável gratuita, gelada ou natural, o tempo todo na mesa. Para beber algo alcoólico é uma ajuda e tanto para evitar a ressaca – no meu caso foi ótimo porque bebo sempre muita água e fico indignada de pagar tão caro por alguns mililitros. Ficou faltando falar dos pratos, sim há pratos muitíssimos bem servidos, como o risoto de costelinha com toque de limão cravo e onion rings (R$ 39), O cardápio tem assinatura do chef Alexandre Cymes, um dos proprietários da casa. Recomendadíssimo (e ainda estou aguando pensando que na próxima visita experimentarei a rabada…)!

Cervejaria Nacional
Avenida Pedroso de Moraes, 604 – Pinheiros – São Paulo
Tel: (11) 4305-9368
Domingos, Terças e Quartas das 18h às 23h
Quinta das 18h às 24h
Sextas e Sábados das 18h às 01h30

Minhas pizzas preferidas: Gastronomia Nota 10 – Diário de S. Paulo

Hoje foi publicada a matéria sobre a maratona de pizzarias da qual Cláudia e eu participamos na última semana. Como dito no post abaixo, ela experimentou 11 sabores, em nove pizzarias. Eu acabei indo a 8 pizzarias e provei 9 sabores em dois dias, com algumas boas surpresas.

Ficamos felizes com o resultado: no fim das contas, apesar de “gastrochatas“, parece que temos bom gosto 😉 As três preferidas da Cláudia ficaram entre as finalistas (Lascas de carne com creme de leite da Clube da Pizza; Belíssima da Jullia Pizza Bar; e Carcamano da Pizzaria Meime).


Nero da Presto (a foto ficou escura mesmo, mas é uma delícia!)

Da minha maratona, três  dos quatro sabores que mais gostei  também foram classificados como finalistas! Vale a pena experimentar a Nero da Presto (confit de tomate, mussarela de búfala e alho negro), da Família Presto (ex- Presto Pizzas), a divina Mozzarela e Javali, da Veridina unidade Jardins e a boa Marguerita da Speranza, do Centro.


Margherita da Pizzaria Speranza

Senti falta da presença da pizza Especial da Mama (linguiça defumada com eucalipto vermelho, mussarela e confit de tomate), também da Família Presto, ganhadora da III Copa Brasileira de Pizzarias. De qualquer modo, quem for até lá, pode conferir esse sabor junto com a Nero da Presto.

Agora é a vez dos leitores experimentarem essas delícias todas e escolherem as grandes campeãs de cada região. A votação vai até 29 de julho, com resultado no dia 31. Mais informações aqui.


Mozzarella e Javali – Veridiana Pizza Bar

Pizzarias que visitei:
Veridiana (Sabor: Mozzarela e Javali) Rua José Maria Lisboa, 493, Jardins
Bella Napoli (Sabor: Margherita) Rua São Domingos, 84, Bela Vista
Achiropizza (Sabor: Napolitana) Rua 13 de Maio, 513 – Bixiga
Pizzaria Speranza (Sabor: Pizza Margherita) Rua 13 de maio, 1004 – Bixiga
Presto Pizzas (Dois sabores: Nero e Especial da Mama) Rua Esmeralda, 39, Aclimação
Pizzaria Carlitos (Sabor: Toscana Coberta com Catupiry) Rua França Pinto, 1347, Vila Mariana
Forno da Vila (Sabor: Trio Tessinês) Rua Capitão Macedo, 552, Vila Mariana
Vecchia Roma (Sabor: Campo belo) Rua Vieira de Morais , 138 – Campo Belo

E o melhor pastel de feira de São Paulo é…

Até o dia 17 de julho, os paulistanos podem votar pela internet no Melhor Pastel de Feira da Cidade. Depois de encerrada a votação popular, um júri secreto vai testar os 50 primeiros colocados para selecionar as dez barrasquinhas que vão para a grande final, composta de 10 concorrentes. De acordo com o Guia da Folha, mais de 800 feiras estão participando da seleção, já tradicional em  São Paulo.


Pastel da Maria: ganhador de 2009

Além do sabor, claro, vale analisar também o atendimento, a qualidade dos ingredientes, a limpeza, a organização e a forma como a barraca descarta os resíduos. É a chance de fazer com que apenas as melhores realmente cheguem ao júri, que terá a dura missão de descartar 40 delas! 🙂

Seguem os telefones para mais informações:
(11) 3313-2444 (ramal 232)
(11) 3227-4555

E hoje é o Dia da Pizza! \o/

Pizza é um dos meus pratos favoritos. Acredito que, em cima de uma massa (preferencialmente redonda, claro), é possível montar iguarias com um sem fim de ingredientes e de combinações. Concordo que pizza doce está mais para torta do que qualquer outra coisa, mas quem resiste ao sabor docinho da banana com canela com queijo, saída de um forno a lenha?


Hoje, no Dia da Pizza, e morando na cidade que mais consome as redondas no Brasil (quiçá no mundo, rs), seria impossível não fazer (mais um) post falando da paixão que tenho por uma boa massa, recheada com ingredientes de qualidade, assada com a perfeição que só os melhores pizzaiolos podem fazer. Seja de bairro, seja badalada, pizzarias são espaços dignos de glutões que querem passar ótimos momentos em família, com amigos ou mesmo sozinhos – por que não?

Nós já fizemos nossa seleção por aqui de algumas das melhores experimentadas – e incluímos aí também todos os sabores da Pizza Hut (que a Cláudia adora!), e teremos que fazer um review em breve diante de tantas opções bacanas que São Paulo oferece.

Você também é fã de uma boa pizza? Então se joga no sabor favorito (no meu caso, calabresa), escolha sua pizzaria (indo pessoalmente ou pedindo por delivery), porque hoje vai faltar pizza para todo mundo 🙂

Mais indicações:
Veja São Paulo
Guia da Semana
Oba Oba
Guia da Folha