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Café da manhã

DeliParis

Quem não curte um café da manhã tranquilo, num lugar diferente que não seja em casa ou em uma lanchonete perto do trabalho? Eu adoro.

Quando posso tomar um café mais calmo e tô enjoada do pãozinho com leite, escolho a DeliParis, na Vila Madalena. Segunda aproveitei para tirar algumas fotinhos sem flash para não atrapalhar quem estava lá curtindo o silêncio e as comidinhas do dia.

DeliParis

Por R$ 13,90, durante a semana, você pode comer uma variedade grande de pães e croissants (o que eu mais gosto de lá) e comer um pouco de ovos mexidos e legumes. De vez em quando bate uma vontade absurda de ter um café da manhã junk, bem junk, com salsicha e bacon.

DeliParis

Além dos pães, frios, sucos, cereais, o buffet de café da manhã inclui uma bebida quente. Nos finais de semana o preço é um pouco salgado, R$ 25,90. A atendente do local explicou que a diferença de preço nos finais de semana é porque a quantidade de produtos disponíveis é maior. Nunca fui aos finais de semana para ter certeza disso.

DeliParis

O que eu mais curto no local, além do silêncio, são os livros e revistas, várias, que posso ler enquanto como.

DeliParis

Para quem ficou interessado, as reservas são feitas apenas durante a semana e funciona das 7h às 11h30 de segunda a sexta e das 8h às 14h30 aos finais de semana.

DeliParis
Rua Harmonia, 484, Vila Madalena
Telefone: 11 3816-5911

Faça crescer com Dr. Oetker

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Recebi o kit da foto acima com diversos produtos da Dr. Oetker, entre eles o fermento, que vou usar para assar alguns cupcakes no final de semana para meus priminhos. Vou aproveitar para transformar a cozinhar em um espaço de diversão. Claro que com os devidos cuidados.

Não vai ser a primeira vez que serei professora! Em março passei uma tarde na casa da @samegui ensinando o Giorgio (@giorgio_bros) e o Enzo (@enzobuzz) a decorarem os tais cupcakes.

29/03/2010

29/03/2010

Para quem ficou com vontade, a receita está aqui.

Por que eu recebi o kit? Fui convidada para ser uma das embaixadoras da campanha com a Sam Shiraishi, Lili Ferrari, Faby Zanelati e o Leandro (Cozinha Pequena).

Sobre a campanha:

A Dr. Oetker traz uma nova promoção para todos os consumidores do seu Fermento Químico: “FAÇA CRESCER COM DR. OETKER”.

Com esta promoção, a Dr. Oetker investe em uma campanha que incentiva a preservação do verde e ajuda a conscientizar as pessoas sobre sustentabilidade, dando dicas de pequenas ações que começam dentro de casa. A expectativa é que os consumidores se tornem multiplicadores de práticas sustentáveis.

Durante o período da campanha, que começou mês passado, o fermento de 100g vem embalado com um brinde muito especial – 1 sachê com sementes de árvore nativa para plantar.

Há alguns anos, a Dr. Oetker já incentiva a reutilização do pote plástico, após o consumo do fermento químico, com a promoção “Porta-Temperos”, em que o consumidor pode reaproveitar o pote para guardar temperos do dia a dia. Aqui em casa eu uso para guardar alguns confeitos para cupcakes.

Continuando com a idéia de reutilizar o potinho, agora a proposta é usá-lo como um vasinho para as sementes até que elas brotem e cresçam ao ponto de ir para a terra definitivamente.

“FAÇA CRESCER COM DR. OETKER” preparando deliciosos bolos e plantando sementes de árvores. As boas receitas devem ser compartilhadas. Quem ensina a plantar ensina a respeitar o próximo e colhe um futuro melhor.

Visite o blog Faça Crescer com Dr. Oetker e participe do fórum

Já que falei tanto de cupcakes, uma receita:

Cupcakes de limão

Ingredientes:

240g de farinha
90g de açúcar
2 colheres de chá de fermento
1/2 colher de chá de sal
2 ovos ligeiramente batidos
60g de manteiga em temperatura ambiente
240ml de leite
1 colher de sopa de casca de limão ralada

Preparo:  Bata a margarina com o açúcar. Acrescente, aos poucos, os ingredientes secos com os líquidos. Coloque as raspas de limão. Acrescente o fermento no final. Disponha em forminhas próprias para os bolinhos. Rende 14 unidades.

Sobre a campanha, acesse o site para mais informações: http://www.oetker.com.br/facacrescer/

Quem tem algum potinho do fermento no fim, veja no site como plantar suas sementes:

Dicas para aproveitar a 7ª SPRW

1.Reserva

Nem todos os restaurantes que participam da 7ª edição fazem reserva, infelizmente.

Costumo fazer uma listinha dos restaurantes que pretendo visitar e ligo para reservar. Já vi gente ficar mais de 2h na fila e sair frustado.

2. Pesquise sobre a comida e atendimento do local

Ano passado fui no indiano Tandoor, perto da Paulista, com um amigo, de última hora – foi o único restaurante que fui no final de semana sem reserva. Por causa da novela Caminho das Índias e do tal chá que eles tomavam, havia muitaaaa gente.  Creio que depois da comilança – muitos pães de entrada – e sistema bandejão, a decepção tomou conta dos visitantes. Eu, por exemplo, não volto mais lá.

Entrada:

Tandoor

Sistema bandejão:

Tandoor

Bandejão no Tandoor

Sujeira e gordura:

Tandoor

Outras fotos do Tandoor aqui

3. Doação

Muita gente não sabe que um cofre como o da foto abaixo fica nos restaurantes para que os clientes possam contribuir. Infelizmente, alguns restaurantes obrigam o cliente a pagar com a conta. Além disso, somam com o valor para acrescentar os 10%. Para uma pessoa o valor pode não fazer diferença, mas quando se vai em turma ou família… Pense nisso!

Cofrinho da Ação Criança

4. Áreas do restaurante

Com o tempo louco de São Paulo – não vejo a hora cair uma bela chuva – fico sem saber se levo casaco, uma blusinha, se uso vestido… e blábláblá. Para não correr o risco de torrar no sol ou ficar tremendo de frio, pergunte sobre as áreas do restaurante.

No Obá, por exemplo, tem duas áreas cobertas e uma não. No calor é insuportável ficar na área descoberta sem se sentir numa sauna. Lendo novamente o post do ano passado, vi que o cheiro da cozinha também  não é agradável.

5. Pratos diferentes ou especiais para o evento

Nem todo restaurante produz um prato apenas para o evento. Se você costuma ir ao restaurante, não tem razão para ir lá ao SPRW, a não ser que queira – se for o caso- economizar. O Gardênia Restô costuma colocar os pratos principais (ou não) da casa. Em 2008 fui provar o risoto, que já provei N vezes depois…

Gardênia Restô

6. Prepare-se para um susto

Restaurante Nou #sprw

No começo do ano, no Nou Restaurante, tive a infeliz ideia de pedir um ravióli de gorgonzola horrível, tenebroso, que não consegui comer.

Pior que o prato acima, só o da foto abaixo:

Coq au vin

Coq au vin – galinha estufada em vinho tinto, acompanhada de cebolinhas, cenouras, cogumelos e purê de mandioquinha – e de gosto duvidoso.

7. Outro idioma

Como assim? Ao reclamarmos da demora de um dos pratos no Chez Fabrice, um senhor – superrr educado (ironia) – começou a falar em francês com a gente. A cena foi cômica, pena que ninguém filmou. Alguém pretende voltar lá? Ninguém, a não ser que alguém queira treinar o francês.

8. Onde ir?

Caso alguém queira uma sugestão, indico o Eñe ou

o Capim Santo – um dos que quero ir – sem falta- e peça no final um trio de brigadeiros.

amo o brigadeiro de capim santo

Os pratos do Emprestado também estão legais, recomendo. Estive lá na sexta e devo colocar um post na segunda, amanhã, sobre.

Água que passarinho não bebe

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A destilaria Tabúa, localizada em Salinas, Minas Gerais, é conhecida pela qualidade de suas cachaças, tanto no Brasil quanto no exterior. Agora, lança mais um produto nobre, a Salideira.

Sua diferença em relação às outras marcas da empresa é o tempo de armazenamento, de quatro anos, e a madeira, o Bálsamo mais velho, que deixa a bebida suave, mesmo possuindo aroma e gosto marcantes. Isso porque ela passa por vários tonéis até o envase, inclusive o de Jequitibá, que é uma madeira neutra, o que traz o equilíbrio da cachaça após ficar no Bálsamo. Com 42 GL de graduação alcoólica, a Salideira é vendida em garrafas de 600 ml.

A Tabúa está há oito anos no mercado, com dois produtos consolidados:

Flor de Prata – muito utilizada em caipirinhas e batidas, a cachaça branca proporciona sabor e aroma adequados. É suave, por causa dos rigorosos padrões de qualidade nos quais é produzida. Seu armazenamento é feito em tonéis de Jequitibá. Em garrafas de 50 ml e 600 ml.

Flor de Ouro – Estocada por aproximadamente dois anos, difere da Flor de Prata por exalar aroma mais leve e pelo equilíbrio do álcool armonizado com a presença agradável do Bálsamo, que lhe confere refinada qualidade. Em garrafas de 50 ml e 600 ml.

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O nome da cachaça é um trocadilho da palavra “saideira”, a última rodada de bebidas em um bar, com Salinas, a cidade de origem da empresa. E o valor médio é de 15 reais.