Festival Brasil Sabor – 3 de maio a 3 de junho

Mais de 80 restaurantes da cidade de São Paulo participarão da edição 2012 do festival gastronômico Brasil Sabor. O evento, realizado pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) nas 27 capitais brasileiras, reúne, ao todo, cerca de 2 mil estabelecimentos em todo o país. O tema deste ano é “Quem tem boca vai a Roma”, ou seja, os restaurantes participantes precisarão criar pratos com inspiração italiana, mas usando ingredientes brasileiros. O festival começa no próximo dia 3 de maio e segue até o dia 3 de junho.

Uma das exigências do evento é que os pratos fiquem dentro de três faixas de preço – R$ 26, R$ 36 ou R$ 46 – de acordo com a dificuldade de cada receita. Este ano, as receitas de todos os restaurantes paulistanos serão publicadas em um livro – Segredos dos Chefs 2012 – que poderá ser adquirido na sede da AbraselSP. Entre os participantes estão o La Caballeriza (Jardins), o Colher de Pau (Itaim Bibi), o Villa Cioè (Santa Cecília) e o Spadaccino (Vila Madalena).

Festival Brasil Sabor
De 3 de maio a 3 de junho

Nescafé Duogrão

O Brasil é hoje o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Pesquisas de mercado mostram que o café está presente em 97% dos lares brasileiros, posição superada somente pela água. O consumo anual per capita é atualmente de 4.4 quilos, inferior a países como Finlândia, Noruega, Suécia e Holanda, entre outros, o que demonstra o grande potencial deste mercado no Brasil.

Para quem não tem tempo de preparar um café na correria do dia a dia, a Nestlé lançou recentemente o Nescafé Duogrão, produto que une o aroma e o sabor do café torrado e moído com toda a praticidade e conveniência do solúvel.

O produto tem as principais características do café em pó tradicional, com rendimento superior (100g de Duogrão rendem em xícaras o equivalente a 500g de torrado e moído) e a vantagem do preparo instantâneo, sem a necessidade de filtro ou coador. “A Nestlé revolucionou o mercado quando criou o café solúvel, na década de 30, atendendo a uma solicitação do governo brasileiro. Transformamos os hábitos de consumo de milhões de consumidores, levando mais praticidade aos lares. Agora, trazemos mais uma inovação com um novo segmento de cafés, consolidando nossa liderança e pioneirismo neste mercado”, afirma Ivan Zurita, presidente da Nestlé no Brasil.

O produto é produzido na fábrica da Nestlé em Araras, no interior de São Paulo, a única nas Américas com a tecnologia do café microgranulado. A unidade é atualmente a maior e mais moderna fábrica de Nescafé do mundo e abastece tanto o mercado brasileiro como o internacional. O novo produto chega às prateleiras em embalagem diferenciada, no formato de lata, com 100g, porção equivalente ao rendimento de 500g do café torrado e moído. O preço sugerido ao consumidor será de R$ 6,99.

Lisboa: Queijo Serra da Estrela

Sempre ouvi falar muito do queijo Serra da Estrela, e logo que cheguei à Lisboa procurei no supermercado pra comprar. Acabei encontrando no El corte inglés (uma grande rede no estilo Galerie Lafayette), onde tinha uma variedade muito grande de queijos e muitas marcas de queijos da Serra da Estrela:

E perguntando no balcão, me sugeriram esse aí da foto:

Ele era um pouco caro e tive que comprar  1/4 de um queijo, mas valeu muito a pena! Comprei o Serra da Estrela do tipo amanteigado, que tem a massa mole e dá pra espalhar no pão.

Eu achei bem gostoso, um pouco picante (ácido) e como já estou habituada aos queijos franceses (que são fortes) pude comer com tranquilidade, mas imagino que quem não está habituado ao camembert ou ao bleu, vai achar um pouco forte.

O Queijo da Serra da Estrela é produzido a partir do leite de ovelha da raça Bordaleira, na região da Serra da Estrela com uma receita que obedece a técnica milenares, usando o cardo para coagular o leite. E acredita-se que ele é produzido na região há cerca de 2 mil anos.

El Corte Inglés
Entre as Avenidas António Augusto de Aguiar, Marquês de Fronteira e Sidónio Pais – Lisboa

Casa Matias (Queijo Serra da Estrela)

O Mercado: E aí, comeu?

Nós não. Mas fomos, claro. Pretendíamos chegar mais cedo, por volta de 23h, para tentar pegar a fila no início, já que as portas de O Mercado seriam abertas à meia-noite. A ideia era para amenizar um problema que todos já sabiam que ocorreria, inclusive os próprios organizadores: a previsão inicial de 500 pessoas seria batida com facilidade. Infelizmente, tivemos um compromisso antes e chegamos quando os portões foram abertos e já havia cerca de 2 mil pessoas numa fila interminável. Isso porque a entrada no espaço foi controlada por seguranças, que fechavam o portão a fim de evitar que a lotação máxima fosse atingida. A medida funcionou no sentido de fazer com que o evento ocorresse sem problemas, mas deixou muita gente de fora. Como nós.

Na foto acima, nossa chegada ao meio da fila. Fomos andando paralelamente às pessoas que já esperavam a horas e aproveitavam para matar a sede na Frutaria Paulista – que não foi a única a faturar com o evento. Tinha gente indo (como nós) e vindo (do time dos que já haviam desistido), carros emparelhados com a filona e muitas pessoas aglomeradas na Praça que tem quase em frente e também em rodinhas de papo próximo à entrada.

Conversamos rapidamente com algumas pessoas da fila e um casal – que estava a poucos passos da entrada – disse que chegou às 22h30 para conseguir chegar tão perto do portão duas horas depois. Segundo eles, a aglomeração já passava dos limites da Frutaria quando eles chegaram, ou seja, vai saber que horas as primeiras pessoas chegaram?! O pipoqueiro Luan é que se deu bem: de acordo com o vendedor, em sete anos trabalhando na região ele nunca viu algo assim nas redondezas. “Parece entrada de show de rock”, brincou, para depois perguntar porque afinal tinha tanta gente lá. Espantado com a iniciativa da feira gastronômica, ele parece estar bem feliz de tantas pessoas famintas estarem por ali. Tanto que a pipoca pequena passou a custar R$ 5 e a grande, R$ 8 (lei da oferta e da procura, claro).

Acabamos nossa noite na Galeria dos Pães com a certeza de que se a feira tinha a intenção de movimentar a noite paulistana, o objetivo foi alcançado. Quem não conseguiu entrar, acabou fugindo para as padarias, as cafeterias, as hamburguerias e as biroscas próximas a fim de matar quem os estava matando – a fome. Com isso, as pessoas que não sabem onde ir na madruga puderam acompanhar pelo Foursquare onde os coleguinhas foram se refugiar da garoa fina que insistiu em cair logo após a virada do domingo. Uma funcionária da Galeria dos Pães, por exemplo, que nem é tão próxima do local, disse que eles não esperavam tanto movimento e que a casa sempre fica cheia aos sábados, mas que a lotação estava maior naquela noite.

Que venham outros “O Mercado”, em lugares maiores, para que possamos escrever sobre as comidinhas gourmet no próximo post 😉 Para quem quiser saber se o evento foi bom, o Lorençato contou em seu blog. E não esqueçam: também vai ter evento gourmet na Virada Cultural! \o/

O’Malley’s: Habemus Hambúrguer!

No último dia 14 de abril, o pub O’Malley’s comemorou quatro anos de sua reabertura, após ficar quase 200 dias fechado por conta de problemas de com a licença de funcionamento junto à sub-prefeitura. Foi a deixa perfeita para eu ir conhecer o lugar, que vive lotado e teve seu hambúrguer eleito como o “melhor burger de pubs”. Chegamos cedo, por volta de 20h, e conseguimos entrar, comer e sair sem pagar a consumação mínima (R$ 25 para mulheres / R$ 35 para homens), cobrada a partir de 22h30. Demos sorte e pegamos a última mesa vazia e constatamos que o serviço é atencioso, mesmo diante de tantos pedidos, música alta, TVs ligadas e pessoas consumindo bebidas alcoólicas, ambiente típico de pubs, afinal.

Pedimos o Little Monster (R$ 17), que já vem com alface, tomate, maionese, coleslaw e (excelentes) batatas fritas, e foi justamente o eleito como o melhor pela revista Época São Paulo. De-li-ci-o-so!!! Ficamos apaixonados pela carne macia, suculenta e super bem temperada. Dá de dez em muito hambúrguer de casas especializadas no lanche. Mesmo. O único deslize foi não terem pedido o ponto do lanche, pois ele veio bem passado, o que não agradaria a todos os paladares. Cada porção extra (queijo, picles, cebola caramelizada, etc) custa R$ 3, o que faz com que o hambúrguer ainda assim tenha um ótimo custo-benefício. A carta de cervejas é excelente e o ambiente é refrigerado, o que propicia a quem foi lá para beber um conforto bem bacana para varar a noite curtindo o espaço. Super recomendado!

O’Malley’s
Alameda Itu, 1529, Jardins São Paulo – SP
Telefone: (11) 3086-0780
Abre todos os dias, do meio-dia até o último cliente.
Entrada: de R$ 10 a R$ 35
Música ao vivo todos os dias. Jazz toda segunda feira.
Estacionamento: de R$ 15 a R$ 25