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Bife ancho com batatas e molhos cremosos

Um pouco antes de começar o Master Chef Brasil, a Hellmann’s mandou os ingredientes e preparo de uma receita do chef Henrique Fogaça: Bife ancho com batatas e molhos cremosos. Bem fácil, com poucos ingredientes, e que fica pronto em apenas 1 hora na cozinha.

bife ancho

Ingredientes do Bife ancho com batatas
3 batatas-asterix com casca
4 dentes de alho picados
2 colheres de sopa de alecrim
1 colher e meia (chá) de sal
2 colheres de sopa de salsinha picada
1 bife ancho (200 gramas)
1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora

Ingredientes dos molhos
Molho Dill
1 colher (sopa) de dill picadinho
1 colher (sopa) de salsinha picada
3 colheres (sopa) de maionese
suco de meio limão siciliano
1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora

Molho de páprica
3 colheres (sopa) de maionese
1 colher (chá) de páprica doce
1 fio de azeite

Preparo
1. Em uma panela grande, coloque as batatas (com casca) e cubra com água. Deixe cozinhar em fogo médio, com a panela semitampada, por 40 minutos, ou até as batatas ficarem cozidas.
2. Enquanto isso, em uma tigela, prepare o molho de dill: coloque o dill, a salsinha, a maionese, o suco de limão siciliano e a pimenta-do-reino. Reserve.
3. Prepare o molho de páprica: misture a páprica com a maionese e reserve.
4. Retire as batatas do fogo, escorra e quebre (aka um murro) com as mãos em quatro partes.
5. Em uma panela, coloque o óleo e leve ao fogo alto para aquecer. Junte as batatas e frite por 5 minutos de cada lado ou até ficarem levemente douradas. Acrescente o alecrim e o alho, e deixe fritar por mais 1 minuto. Retire do fogo, escorra a gordura e adicione uma colher (chá) de sal e salsinha.
6. Tempere a carne com pimenta-do-reino e sal.
7. Em uma frigideira, coloque um fio de azeite e leve ao fogo para aquecer. Coloque a carne e frite por 2 minutos e meio de cada lado ou até dourar a superfície.
8. Retire do fogo e sirva acompanhado das batatas e dos molhos cremosos.

bife ancho com batata e molhos com maionese

O Mercado: E aí, comeu?

Nós não. Mas fomos, claro. Pretendíamos chegar mais cedo, por volta de 23h, para tentar pegar a fila no início, já que as portas de O Mercado seriam abertas à meia-noite. A ideia era para amenizar um problema que todos já sabiam que ocorreria, inclusive os próprios organizadores: a previsão inicial de 500 pessoas seria batida com facilidade. Infelizmente, tivemos um compromisso antes e chegamos quando os portões foram abertos e já havia cerca de 2 mil pessoas numa fila interminável. Isso porque a entrada no espaço foi controlada por seguranças, que fechavam o portão a fim de evitar que a lotação máxima fosse atingida. A medida funcionou no sentido de fazer com que o evento ocorresse sem problemas, mas deixou muita gente de fora. Como nós.

Na foto acima, nossa chegada ao meio da fila. Fomos andando paralelamente às pessoas que já esperavam a horas e aproveitavam para matar a sede na Frutaria Paulista – que não foi a única a faturar com o evento. Tinha gente indo (como nós) e vindo (do time dos que já haviam desistido), carros emparelhados com a filona e muitas pessoas aglomeradas na Praça que tem quase em frente e também em rodinhas de papo próximo à entrada.

Conversamos rapidamente com algumas pessoas da fila e um casal – que estava a poucos passos da entrada – disse que chegou às 22h30 para conseguir chegar tão perto do portão duas horas depois. Segundo eles, a aglomeração já passava dos limites da Frutaria quando eles chegaram, ou seja, vai saber que horas as primeiras pessoas chegaram?! O pipoqueiro Luan é que se deu bem: de acordo com o vendedor, em sete anos trabalhando na região ele nunca viu algo assim nas redondezas. “Parece entrada de show de rock”, brincou, para depois perguntar porque afinal tinha tanta gente lá. Espantado com a iniciativa da feira gastronômica, ele parece estar bem feliz de tantas pessoas famintas estarem por ali. Tanto que a pipoca pequena passou a custar R$ 5 e a grande, R$ 8 (lei da oferta e da procura, claro).

Acabamos nossa noite na Galeria dos Pães com a certeza de que se a feira tinha a intenção de movimentar a noite paulistana, o objetivo foi alcançado. Quem não conseguiu entrar, acabou fugindo para as padarias, as cafeterias, as hamburguerias e as biroscas próximas a fim de matar quem os estava matando – a fome. Com isso, as pessoas que não sabem onde ir na madruga puderam acompanhar pelo Foursquare onde os coleguinhas foram se refugiar da garoa fina que insistiu em cair logo após a virada do domingo. Uma funcionária da Galeria dos Pães, por exemplo, que nem é tão próxima do local, disse que eles não esperavam tanto movimento e que a casa sempre fica cheia aos sábados, mas que a lotação estava maior naquela noite.

Que venham outros “O Mercado”, em lugares maiores, para que possamos escrever sobre as comidinhas gourmet no próximo post 😉 Para quem quiser saber se o evento foi bom, o Lorençato contou em seu blog. E não esqueçam: também vai ter evento gourmet na Virada Cultural! \o/