Biscoito de aveia e mel

INGREDIENTES:

200g de aveia em flocos finos
200g de farinha integral
200g de farinha de trigo branca
200g de manteiga
350g de mel
3 ovos

PREPARO: amasse bem todos os ingredientes. Abra com rolo numa superfí­cie enfarinhada; corte os biscoitos com um cálice. Asse em forma untada em forno médio por 10-15 minutos, até dourar ligeiramente as bordas.

Rende 40 porções.

Fonte: Receitas Mãe Terra

Risoto de arroz integral

INGREDIENTES:

1 xí­cara (chá) de arroz integral
2 xí­caras (chá) de água
sal moí­do
1 dente de alho amassado
1 cebola picada
1 tomante picado
2 cenouras picadas
1 pimentão vermelho picado
100g de ervilhas cozidas
azeitonas picadas

PREPARO: refogue o alho, a cebola e o tomate na panela de pressão. Acrescente o arroz previamente lavado com uma pitada de sal. Tampe a panela e, quando chiar, diminua a chama e deixe cozinhar por 20 minutos. Cozinhe noutra panela as cenouras, azeitonas em água ou leite de soja, com temperos de sua preferência. Quando estiver cozido, junte o pimentão, as ervilhas e uma pitada de sal, por mais 5 minutos. Junte este molho ao arroz, misture e sirva.

Rendimento: 6 porções

Fonte: Receitas Mãe Terra

Eleições 2008

Sei que o horário polí­tico deve estar torrando a paciência de muita gente (é incrí­vel como eles metem descaradamente nas propagandas).

Mas o voto é obrigatório e eu acredito que todos devem manifestar sua opinião nas urnas, sempre buscando que é melhor para nossa cidade, mesmo quando a gente acha que nenhum dos candidatos é exatamente o que queremos.

Pra ajudar nessa escolha o Gastronomia e Negócios está com um especial sobre as eleições, com as idéias e propostas dos candidatos a prefeitura de São Paulo para a área da gastronomia. Confira aqui.

Uma babel de sotaques, culturas e temperos

Por Flávio Azevedo

Minha famí­lia é no mí­nimo pitoresca. Minha mulher é pernambucana, mas mudou para São Paulo quando pequena e adotou Sampa como sua, mas sem deixar as raí­zes nordestinas de lado, hoje ela é a paulista mais pernambucana que eu já vi. Eu sou carioca e mudei para São Paulo para me casar com ela, mas jamais deixei meu jeito malandro-carioca de lado. Ou seja, nossa casa é uma babel de sotaques, culturas e temperos. No último domingo resolvemos convidar uns amigos para um almoço nordestino em casa, era uma boa chance dela relembrar suas raí­zes e uma excelente chance de eu me ferrar. (Ops! Luz vermelha piscando). O domingo começou cedo, ela levantou toda espuleta gritando “vamos ao mercado, já são 9h e eu não comprei nada para o almoço, anda, levanta”. Eu só conseguia pensar onde estava o botão que desligava aquele despertador de voz fina. Como não encontrei o botão, só me restou levantar emburrado por ser acordado cedo em pleno domingo!

No mercado o meu único papel foi o de empurrar o carrinho e dividir a conta do mercado. Ela corria de um lado para o outro, me mandava pegar o coentro (COENTRO, o que é um COENTRO pelo amor de Deus? Desde quando isso existe? É de comer?), depois de 10 minutos procurando, apelei para os universitários e consegui achar o tal do coentro.

Já em casa, com sacola para todos os lados, panelas e facas nas mãos ela incorporou o Hitler que existe dentro daquele ser de apenas 1,63m e mandou ver.

O cardápio escolhido foi carne seca acebolada, farofa de ovos, purê de macaxeira (aprendi a falar pernambuquês com ela), arroz e feijão fradinho no vinagrete.

Acontece que o cardápio escolhido por ela (guardem isso, ela escolheu) era trabalhoso e depois de uma hora na cozinha começou a bater o desespero na coitada, achando que não ia dar tempo de acabar tudo antes das visitas chegarem.

Eu, que não sei cozinhar nada além de miojo, depois de ouvir alguns gritos de desespero, me prontifiquei a ajudar.

“Você quer me ajudar? Então corta tomate, cebola e pimentão. BEM PEQUENO OK! Mas corta ali, sentadinho, nada de ficar andando pela minha cozinha!”

Muito obediente, sentei no banquinho lá no canto e pacientemente cortei tudo. Claro que demorei quase uns 40 minutos para isso, enquanto ela resmungava um dialeto estranho ao esmagar o aipim (na minha terra macaxeira é aipim) para fazer o purê. Claro que ela é muito mais rápida que eu e no fim o almoço ficou pronto a tempo.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. O saldo do foi ótimo, mas assim que as visitas saí­ram ela virou pra mim e disse “nunca mais eu invento um cardápio nordestino em toda minha vida, aproveite bem os restos, nunca mais vou fazer isso, oh trabalho do cão”.

Momento nostalgia

Ontem fui com a Talita Mariano passear no shopping antes de irmos pro Lapinha, boteco que vou falar num próximo post, quando nos deparamos com as embalagens novas dos fermentos Royal e Dona Benta, no mercado Záffari, no shopping Bourbon.

As duas se perguntaram:

– Por quê? A gente não vai mais usar as colherzinhas para abrir (e entortá-las) a tampa do fermento. A embalagem era tão bonitinha…

Não gostei nem um pouco da embalagem… quero a antiga de volta!