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Um lamen de respeito: Lamen Kazu

13 agosto, 2010

Vou tratar o lamen com um pouco mais de respeito e não vou compará-lo a um miojão como a Camila fez no Comidinhas, nosso antigo blog. Há dois anos fomos ao Aska por pura curiosidade… de tanto ver o lugar com filas enormes na porta. Infelizmente, o local não é grande e não é o lugar ideal para jogar conversa fora. Praticamente fomos expulsas assim que colocamos nossas colheres e ohashis na mesa e paramos de fazer fuuuuuuuuuuuu (aquele barulhinho inconfundível das pessoas (chineses e japas, principalmente) devorando o querido macarrão que lembra nosso miojo.

Abaixo, dois lamens do Aska

Lamen

Lamen

Compare a quantidade de ingredientes do lamen Hokkaido (R$ 25) – do Lamen Kazu

10/08/2010

A média de preço dos dois restaurantes é igual. Gastei 38 reais num lamen bem servido, uma porção de guioza (R$ 10) e refrigerante – era almoço e não provei o saquê, infelizmente.

10/08/2010

O Hokkaido Misso foi dica do @msoma, que um dia veio comentar que havia provado um lamen m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Aproveitei um dia que estava na Liberdade perto da hora do almoço e não podia ter escolhido lugar melhor. O Hokkaido leva caldo de misso, macarrão, moyashi, nirá, wakame, menna, nori, cebolinha, uma fatia de tyashu, geregelim, milho, manteiga, kombu e vieira.

Não sabe o que significa os nomes? No cardápio há uma foto com a explicação dos itens que podem gerar dúvidas.

10/08/2010

No cardápio ainda tem a receitinha para o molho que você pode preparar para o guioza: 1/2 shoyu, 1/2 vinagre e um pouco de La Yu (pimenta)os três ingredientes ficam nas mesas e você coloca conforme seu gosto, não é sensacional?

Para quem não se sentir satisfeito com os ingredientes dos lamens disponíveis – que não são pobrinhos assim – pode adicionar alguns itens (imagem abaixo).

Quem estiver pensando no que eles vendem no calor… Lamen gelado! Afinal, para quem não sabe, o lamen é feito a base de um caldo da fervura da carcaça e asas de frango com um refogado de cebolinha e gengibre, sendo retirados os ossos após a fervura. É servido quente, bem quente, que dá até para queimar a boca dos mais apressados.

Para quem estiver no Japão ou tem vontade de conhecer o país, existe o Museu do Lamen, em Yokohama. Eis o endereço:

Kanagawa-ken
Yokohama-shi
Kohoku-ku
Shin Yokohama 2-14-21

No museu ainda é possível saborear alguns lamens (os preços variam de 700 a 1.200 ienes) ou levar um kit para preparar o seu em casa.

Lamen Kazu
Rua Thomaz Gonzaga, 51, Liberdade
Telefone: 3277-4286

Yokozuna Sushi Bar

8 julho, 2010

Há duas semanas conheci o Yokozuna com a @Tallyshie e a @lindote, um restaurante japonês em Pinheiros, na rua Simão Álvares. O local é pequeno, lembra um pouco os restaurantes do Japão, tem mesas de madeira apertadíssimas e havia muitos funcionários para poucos clientes. Nem por isso, o atendimento foi cordial, infelizmente.

Yokozuna Sushi Bar

Logo que sentamos as toalhinhas quentes para limparmos as mãos foi colocada na mesa.

Yokozuna Sushi Bar

Depois, o cardápio. Usei a toalhinha – já fria- depois de folhear o que iria jantar. Fiquei entre um tepan e o rodízio, fiquei com a segunda opção.

Yokozuna Sushi Bar

O preço não é salgado pela fartura do rodízio, 39 reais no jantar, de terça a sexta. É a média cobrada pelos restaurantes japoneses da região, até mesmo de São Paulo.

Yokozuna Sushi Bar

Yokozuna Sushi Bar

Apesar de um prato lindo, pelo que se vê na foto. O hot roll chegou frio e as fatias de salmão estavam grossas. Mesmo assim devoramos a bandeja inteira!

Yokozuna Sushi Bar

Meu temaki – o de skin – estava ótimo. Arroz na medida certa e alga crocante.

Yokozuna Sushi Bar

O missoshiro estava um pouco salgadinho, não consegui tomar tudo.

Yokozuna Sushi Bar

Uma coisa que me deixou bastante incomodada no local era ser observada pelos funcionários enquanto conversávamos. Foi desagradável vê-los cochichando e estava estampado na cara de alguns que estavam loucos para ir embora, além de debruçados no balcão do bar. Dos restaurantes  japas em Pinheiros ainda sou fã do Tori, na Pedroso de Morais.

Yokozuna
Rua Simão Álvares, 445, Pinheiros
Telefone: 11 3813-4144
www.yokozuna.com.br

Bar Brahma: vá pelo chopp e pela música

7 junho, 2010

Na Virada Cultural acabei fazendo um pit stop no Bar Brahma. Não achei as tais barracas de pastéis que li em sites e nos jornais… infelizmente. Fazia uns dois anos, no mínimo, que eu não ia ao famoso bar da mais famosa esquina Ipiranga com a São João, no centro de São Paulo.

Não fui sozinha na Virada, a @tallyshie me acompanhou pela madrugada regada de boa música e arte de Sampa. Ela – que nunca tinha ido ao Brahma – duvido que volte pela comida…

A foto acima, do Penne ao pesto foi o pedido dela. Assim, montadinho, está lindo, mas após algumas garfadas… eis o óleo!

Nem preciso dizer que ela passou “super bem” com tanto óleo :p

Eu, mais infeliz ainda, pedi um lanche, o Brahma Burger

Míseras batatas fritas, pão molhado, carne fria, salada passada, um show de horror!

Le Pain

20 maio, 2010

Ansiosa que só, resolvi conhecer a Le Pain – do seu jeito logo que abriu, na quarta, dia 19. O lugar é bonito, os atendentes super atenciosos, mas o serviço no primeiro dia foi uma lástima – era o primeiro dia…

Era 12h15 e o local estava vazio, eu, @neca e @tomazela pudemos escolher a mesa, olhar o cardápio com calma e, em questão de 15 minutos, o salão estava lotado! Acho que ninguém mais aguenta comer nos restaurantes da redondeza – devo confessar que sou uma das!

A primeira coisa que pedimos foram as bebidas. Salvo a Coca-Cola do André, os sucos chegaram no final do almoço… e, mesmo assim, depois de vários lembretes ao garçom: Estou com sede! Vai demorar?

A resposta era: Está batendo, está batendo!

Vai ver que foi de tanto bater que o suco chegou horroroso e sem sabor de nada, aguado. Argh!

Pedidos:

Bife à parmegiana – R$ 24,30

Picanha com polenta frita – R$ 22,80

Carne de panela ao vinho com purê – R$ 21,90

Tirando o atendimento, a comida é boa. O purê estava delicioso, e nem foi o prato que eu pedi – roubei algumas garfadas da @neca.

Para sobremesa pedi uma torta de limão siciliano que demorou pacas para chegar.

Amarguinha, nem gelada nem quente, estava morna. Não curti muito.

Ok, o lugar acabou de abrir e é preciso ter paciência. Esperamos que os ajustes venham rápido. Mas o melhor mesmo foi o café do André… trouxeram um pratinho com SAL, isso mesmo, sal, palito de dente, açúcar e adoçante. Já pensou se uma pessoa não presta atenção e coloca sal? Por que o sal não estava na mesa enquanto estávamos comendo??? Pois é, não sabemos!

Acabou aqui? Não. Na hora da conta, nossas comandas estavam vazias!!!!

Pelo menos a gente se divertiu com toda a situação. A Le Pain ainda não é do meu jeito e espero que esse não seja o deles, esse jeito bagunçado! :)

O gasto médio no almoço é de 35 reais com bebida e sobremesa.

Não tenho telefone porque eles ainda não tinham cartão e o site está com um EM BREVE! #fail

Le Pain
Avenida Pedroso de Morais, 1037


Brastemp Dinner in the Sky

5 abril, 2010

Brastemp Dinner in the skyEditar

É com um certo atraso que conto aqui que participei a convite da LiveAd de uma ação da Brastemp no dia 24 de março. O convite (maravilhoso!) era um jantar nas alturas. Isso mesmo, nas alturas! 50 metros do chão, mais ou menos a altura de um prédio de 17 andares.

Dinner in the sky

O Dinner in the Sky foi criado na Bélgica – e nada mais é que um jantar no céu realizado em uma plataforma suspensa a 50 metros de altura  com capacidade para 22 pessoas. A experiência já foi realizada em mais de 30 paí­ses e grandes cidades como Paris, Dubai, Londres e Las Vegas. E chegou ao Brasil em 2009, no Rio de Janeiro.

Dinner in the sky

O fato é: fomos para comer! E o responsável pelas comidinhas deliciosas foi o chef Fred Frank, que preparou:

salada

camarão

vitela

brownie


A aventura gastronômica não termina aqui. Comento no próximo post o que os blogueiros convidados irão fazer…

Dinner in the sky

Dinner in the sky

Chocólatras, atenção!

29 março, 2010

Preparem-se!!! Mais um lugar delicioso em São Paulo

A Vila Chocolat abriu sábado, dia 27, segundo um funcionário. A fachada é super discreta, na entrada não há nenhuma placa escrito horário de funcionamento, ou seja, você fica na dúvida se o lugar já abriu ou não. O lugar é uma tentação, vários chocolates lindos. Tirei algumas fotos, mas não provei nenhum porque a loja estava lotada.

6 reais o pirulito de chocolate – o único produto que consegui perguntar o preço no balcão

Outras fotos

Vila Chocolat
Rua Cunha Gago, 836, Pinheiros, São Paulo/SP
Telefone: 11 3869-2209

Trem bão de si comê, sô!

2 fevereiro, 2010

Por Tiago Cordeiro

Domingo paulista, noite épica e fome absurda. A pedida é comida boa e farta, sem jeito de pedreiro. Resumindo: comida mineira? Aceito. E não conheço lugar melhor da comidamineirinhaquesósô que não seja o Consulado Mineiro. Praticamente uma zona de teletransporte em que você vai para uma zona dimensional conhecida como “fazenda-mineira-da-vó-que-ocê-nunca-teve-uai”.

Pastéis para começar

Não sei bem qual a história do restaurante, mas sinceramente? A imaginação é muito mais fascinante. Daí­, você viaja com os motivos de todos os garçons serem tí­picos mineiros (atores contratados? Famí­lia exilada em sampa? Ex-habitantes de Varginha que são ETs disfarçados?), mas francamente isso pouco importa quando a gente percebe que o serviço é ótimo. Praticamente impossí­vel não receber um sorriso e não achar simpático o sotaque dos caras. Regionalismo repetido no tempero do simpático Medalhão que pedimos (R$50,50).

Medalhão

Embora a maioria dos pratos seja para duas pessoas, qualquer refeição serve para duas pessoas e um ser da espécie dos glutões (presente). Foi o nosso caso. Aliás, dois homo glutoenis se satisfazem fácil com qualquer coisa do cardápio.

O prato é composto pelo macio filé com salsinhas pertinentes. Sim, pertinentes. A carne mineira passa longe daqueles bifões salgados consagrados pela cultura do sal desmedido. Não sei se as folhinhas tão injustiçadas pelo Verí­ssimo são o segredo do sabor ou se é a radioatividade do disco voador. Fato é que a carne é gostosa pra cacete. Relaxa e goza.

Pequena porção de arroz

Tal qual Adam Clayton (baixista) e Larry Mullen Jr. (baterista e percussionista) fazem no U2 o arroz e feijão do prato mineiro compõem bem o prato principal. Prefiro o arroz, diferente do que cresci comendo, com raí­zes cearenses. O arroz do Consulado é um Adam Clayton quase The Edge em seu inimitável solo de With or Without You. Na boa, não dá pra viver sem esse arroz. Curti o feijão, mas é que rola um preconceito racial: se não for preto, nunca acho mais do que bom. Mal aê. Coisa de carioca que não supera o fato de feijão branco ser chamado de carioquinha. É zoação de paulista, só pode.

Fritas

E pra fechar a batata frita mineira. Once upon a time que diziam que a french fries foi cunhada pelos franceses? C’est sa? Non, o Consulado explica que fritas são coisa de botecos mineiros, sequinhas e sem sal (ocê põe a gosto, cumpádre), mas deliciosas. Trem bão.

A pí­lula vermelha que nos fez sair da Matrix de Minas Gerais foi o cafezinho (R$ 2)  que pedimos no final. Forte demais e sem aquele sabor tí­pico que faz todo o resto especial. É o suficiente pra gente acordar, mas não é o bastante pra reclamar. Na real, o Consulado Mineiro permanece como uma zona de iguarias regionais e, felizmente, os caras ainda não resolveram voltar pro seu planeta ou pra Varginha, sei lá. Aproveite e desfrute disso.

Consulado Mineiro
Praça Benedito Calixto, 74, Pinheiros, São Paulo/ SP
Telefones: 11 3088-6055 ou  3064.3882

Testado e aprovado: restaurante Ritz

23 novembro, 2009

Por Isabelle Lindote

Depois de muito ler sobre a fama do Ritz, maridão e eu resolvemos ir visitar o restaurante da Alameda Franca para almoçar no último domingo (22/11). Chegando lá, de cara amei a porta giratória vermelha, um luxo!

Depois de entrarmos e colocarmos nossos nomes na fila de espera (que durou uns 10 minutos), ficamos sentados no bar, admirando a decoração com cara de bistrô europeu, com bancada de mármore, espelhos rebaixados e um mezzazino baixinho.

Já fomos sabendo que pedirí­amos hambúrgueres com dois acompanhamentos, mas as sugestões de pratos nos deixaram tentados, como o parmegiana de carne e a moqueca de camarão… o maridão acabou indo de Hamburguer de Gorgonzola, um clássico do lugar, com dois acompanhamentos: fritas e onion rings (R$ 28,10). O pão veio quentinho, a carne estava temperada no ponto e a pasta de gorgonzola satisfaz desde que quem gosta do queijo até quem é viciado. Mas o que conquistou o paladar do meu carioca foi a cebola, fininha e bem frita, foi certamente a parte mais apreciada do lanche.

Eu pedi o lanche mais tradicional: um Ritz Burguer acompanhado dos super recomendados bolinhos de arroz e fritas (R$ 32,30). Não é um lugar barato, mas essa delí­cia vale cada centavo. Um muití­ssimo bem-feito hamburguer de carne (não identiquei o tipo nem encontrei essa especificação na internet – a casa está sem website), com queijo cheddar de qualidade (também é possí­vel pedir o gorgonzola), alface, tomate e pancetta (uma espécie de bacon italiano).

Os bolinhos de arroz são realmente fantásticos, sequinhos e bem recheados, e as batatas estavam bem gostosas, sem nada de mais. Pedimos uma porção de maionese de ervas (que não foi cobrada na conta – que deu R$ 91) e um refrigerante cada, que caí­ram muito bem com os lanches. A maionese podia vir em um pote maior, mas o sabor é agradável, sem muito destaque também. Vale destacar que o catchup e a mostarda são Heinz, nada de marcas baratas, como as melhores hamburguerias fazem questão de ter.

Apesar do preço bem alto, o Ritz Burguer realmente vale a pena ser provado: carne no ponto, recheio saboroso, lanche que mata a fome e cabe na mão. Os garçons pareciam meio confusos com a casa pequena e cheia, mas foram atenciosos e a conta veio rápido, sem estresse. Antes de irmos embora, dividimos um Gatêau com sorvete de creme (R$ 15,60)… que se tornou a única ressalva do almoço. Um pedaço de bolo meio sem graça, de chocolate amargo e textura macia em cima, só que seco embaixo. O sorvete não identificamos qual era, mas o sabor não foi nada marcante. Na boa? Não vale tantos reais. Talvez era melhor ter pedido um cafezinho…

Ritz Jardins
Alameda Franca ,1088
Telefone: 11 3088-6808

Ví­deo da semana: Rong He

16 agosto, 2009

Dica para quem gosta de comida chinesa, e ainda precisa distrair a criançada.

Obá comemora Dia das Mães com drinques clássicos

23 abril, 2009

oba1

O Obá restaurante festeja o Dia das Mães, em seu dia, 10 de maio, presenteando-as com um drinque clássico de um dos paí­ses contemplados pelo cardápio da casa. Há opções para todos os gostos, entre as margaritas mexicanas, os mai thais tailandeses, os bellinis italianos e as brasileirí­ssimas caipirinhas.

As refrescantes margaritas são oferecidas nos sabores melancia, abacaxi ou clássica, com limão. As mães de paladar mais exótico podem optar entre os três tipos de mai thais: lichia, hortelã, água de coco e dois tipos de rum; Sucos de goiaba e abacaxi, gengibre e rum ou suco de laranja, abacaxi, grenadine e rum.

Já os bellinis serão servidos nas versões de lichia e hortelã, frutas vermelhas ou clássica, com suco de pêssego. As mães que preferem a tradicional caipirinha podem escolher entre diversas opções: das mais criativas, como caju e limão, morango e canela, melancia e gengibre, lima da pérsia, mexerica e limão-cravo e manga, gengibre e raspa de limão, í s mais clássicas, como abacaxi, limão e limão-siciliano.

Pensando também nas mães que não bebem, o restaurante criou a caipirinha abstêmia, que leva frutas vermelhas e club soda. O restaurante funcionará em seu horário normal de domingo no Dia das Mães.

Restaurante Obá
Rua Dr. Melo Alves, 205, São Paulo/SP
Telefone: 11 3086-4774