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Delivery: China House

3 agosto, 2010

Para uma pessoa que não costuma recorrer a delivery, fiz dois pedidos na semana passada, um na China House e outro no Burdog, que contarei depois aqui a experiência.

Quanto ao restaurante de comida chinesa…vamos por partes:

O panfleto que dei uma folheada antes de pedir tinha o telefone de uma unidade de Pirituba, embora eu estivesse perto da Lapa. Só me dei conta disso após fazer o pedido.

Tempo de espera: 50 minutos. Achei razoável o tempo, afinal a comida ia sair de Pirituba.

Preço: caro! Gastei 25 reais em uma Coca-Cola (a latinha), um yakissoba e um rolinho primavera, mais taxa de entrega de aproximadamente 5 reais.

china house

china house

Entrega: o yakissoba chegou numa sacolinha plástica toda melada do molho do macarrão. Tirando isso, estava delicioso, embora morno – mas isso eu podia ter resolvido colocando no micro-ondas. Passa. Já o rolinho… ele chegou um pouco molhado do suor da embalagem. Eles precisam ter umas aulas com o pessoal que desenvolveu as caixas do Burdog.

china house

Quantidade: A porção é farta! Ainda assim acho a porção cara.

Preço: 13,90, mas o preço muda conforme a região. Veja no site a tabela com os preços – a daqui é pra região de Pinheiros.

Site: é bem formulado e de fácil navegação. Gostei porque não foi difícil achar a tabela nutricional nem a de preços. O único porém foi que descobri uma promoção de que não fui avisada (abaixo).

O site do China House está aqui. São várias unidades espalhadas por São Paulo, veja no site a área de entrega.

Yokozuna Sushi Bar

8 julho, 2010

Há duas semanas conheci o Yokozuna com a @Tallyshie e a @lindote, um restaurante japonês em Pinheiros, na rua Simão Álvares. O local é pequeno, lembra um pouco os restaurantes do Japão, tem mesas de madeira apertadíssimas e havia muitos funcionários para poucos clientes. Nem por isso, o atendimento foi cordial, infelizmente.

Yokozuna Sushi Bar

Logo que sentamos as toalhinhas quentes para limparmos as mãos foi colocada na mesa.

Yokozuna Sushi Bar

Depois, o cardápio. Usei a toalhinha – já fria- depois de folhear o que iria jantar. Fiquei entre um tepan e o rodízio, fiquei com a segunda opção.

Yokozuna Sushi Bar

O preço não é salgado pela fartura do rodízio, 39 reais no jantar, de terça a sexta. É a média cobrada pelos restaurantes japoneses da região, até mesmo de São Paulo.

Yokozuna Sushi Bar

Yokozuna Sushi Bar

Apesar de um prato lindo, pelo que se vê na foto. O hot roll chegou frio e as fatias de salmão estavam grossas. Mesmo assim devoramos a bandeja inteira!

Yokozuna Sushi Bar

Meu temaki – o de skin – estava ótimo. Arroz na medida certa e alga crocante.

Yokozuna Sushi Bar

O missoshiro estava um pouco salgadinho, não consegui tomar tudo.

Yokozuna Sushi Bar

Uma coisa que me deixou bastante incomodada no local era ser observada pelos funcionários enquanto conversávamos. Foi desagradável vê-los cochichando e estava estampado na cara de alguns que estavam loucos para ir embora, além de debruçados no balcão do bar. Dos restaurantes  japas em Pinheiros ainda sou fã do Tori, na Pedroso de Morais.

Yokozuna
Rua Simão Álvares, 445, Pinheiros
Telefone: 11 3813-4144
www.yokozuna.com.br

Le Pain

20 maio, 2010

Ansiosa que só, resolvi conhecer a Le Pain – do seu jeito logo que abriu, na quarta, dia 19. O lugar é bonito, os atendentes super atenciosos, mas o serviço no primeiro dia foi uma lástima – era o primeiro dia…

Era 12h15 e o local estava vazio, eu, @neca e @tomazela pudemos escolher a mesa, olhar o cardápio com calma e, em questão de 15 minutos, o salão estava lotado! Acho que ninguém mais aguenta comer nos restaurantes da redondeza – devo confessar que sou uma das!

A primeira coisa que pedimos foram as bebidas. Salvo a Coca-Cola do André, os sucos chegaram no final do almoço… e, mesmo assim, depois de vários lembretes ao garçom: Estou com sede! Vai demorar?

A resposta era: Está batendo, está batendo!

Vai ver que foi de tanto bater que o suco chegou horroroso e sem sabor de nada, aguado. Argh!

Pedidos:

Bife à parmegiana – R$ 24,30

Picanha com polenta frita – R$ 22,80

Carne de panela ao vinho com purê – R$ 21,90

Tirando o atendimento, a comida é boa. O purê estava delicioso, e nem foi o prato que eu pedi – roubei algumas garfadas da @neca.

Para sobremesa pedi uma torta de limão siciliano que demorou pacas para chegar.

Amarguinha, nem gelada nem quente, estava morna. Não curti muito.

Ok, o lugar acabou de abrir e é preciso ter paciência. Esperamos que os ajustes venham rápido. Mas o melhor mesmo foi o café do André… trouxeram um pratinho com SAL, isso mesmo, sal, palito de dente, açúcar e adoçante. Já pensou se uma pessoa não presta atenção e coloca sal? Por que o sal não estava na mesa enquanto estávamos comendo??? Pois é, não sabemos!

Acabou aqui? Não. Na hora da conta, nossas comandas estavam vazias!!!!

Pelo menos a gente se divertiu com toda a situação. A Le Pain ainda não é do meu jeito e espero que esse não seja o deles, esse jeito bagunçado! :)

O gasto médio no almoço é de 35 reais com bebida e sobremesa.

Não tenho telefone porque eles ainda não tinham cartão e o site está com um EM BREVE! #fail

Le Pain
Avenida Pedroso de Morais, 1037


Maria Brigadeiro

18 abril, 2010

loja

Se prepare para ficar perdido ao entrar na Maria Brigadeiro. São tantos sabores, tantas embalagens lindas, tudo é tão fofo, que você fica um pouco perdido na hora da escolha.

brigadeiro_branco

Levei meia hora, no mí­nimo, para decidir quais sabores pedia. Provei alguns sabores: ao leite, limão, noir e crocante.

brigadeiro de colher

O brigadeiro de colher custa R$ 10.

brigadeiro_panelinha

As panelinhas custam R$ 19 cada.

brigadeiro ao leite

Acabei optando por uma marmita com 15 unidades de 3 sabores. Explico: ao escolher a quantidade – 15 – você pode escolher 3 sabores de brigadeiros. Para 20 unidades, 4 sabores. Escolhi apenas dois sabores: limão (que amei!) e ao leite. A marmita custa R$ 50.

marmita

A marmita vem “embrulhada” em um tecido í  sua escolha – todos de poá. Gostei mais do marrom com azul claro.

marmita

Por dentro da marmita:

Brigadeiros

loja

Você pode degustar os brigadeiros e ainda ser atendido pela própria Maria Brigadeiro – a Juliana Motter, super simpática. Não tenha vergonha de perguntar, pedir água, todos na loja são atenciosos. O único probleminha do local é para aquelas pessoas que esperam que o local tenha mesas e cadeiras para que as pessoas possam degustar e bater papo no local.

Maria Brigadeiro
Rua Capote Valente, 68, Pinheiros
Telefone: 11 3062-9636

Chocólatras, atenção!

29 março, 2010

Preparem-se!!! Mais um lugar delicioso em São Paulo

A Vila Chocolat abriu sábado, dia 27, segundo um funcionário. A fachada é super discreta, na entrada não há nenhuma placa escrito horário de funcionamento, ou seja, você fica na dúvida se o lugar já abriu ou não. O lugar é uma tentação, vários chocolates lindos. Tirei algumas fotos, mas não provei nenhum porque a loja estava lotada.

6 reais o pirulito de chocolate – o único produto que consegui perguntar o preço no balcão

Outras fotos

Vila Chocolat
Rua Cunha Gago, 836, Pinheiros, São Paulo/SP
Telefone: 11 3869-2209

SPRW: La Terrina

19 março, 2010

Por Isabelle Lindote

Depois da decepção do Le Poí¨me Bistrô, fiquei com vontade de experimentar uma carne de verdade em um lugar que fosse mais aconchegante. Em uma busca rápida pelas redondezas de Pinheiros, em plena hora de almoço do primeiro domingo do SPRW, acabei encontrando na internet o cardápio do La Terrina. Comandado pelo chef Aldo Teixeira, o restaurante é conhecido pelas massas frescas e pelo clima refinado, com um piano bar.

La Terrina

Depois de ligar e conferir que ainda era possí­vel almoçar mesmo sem reserva, marido e eu corremos apreciar o lugar. Apesar de irmos pagar R$ 29,50 cada um, preço do almoço do SPRW, fomos muito bem tratados – como tem de ser. A única ressalva fica por conta do couvert, que nos foi imposto pelo garçom e custou R$ 18,90. Contudo, como estava delicioso e farto, relevamos o fato. Pão italiano quentinho, coxinha de frango, três tipos de pastinhas, torradas… partimos então para a entrada: insalata verdi due formaggi (rúcula, alface, croí»tons, queijos emental e brie e tempero tradicional) que faz parte do cardápio tradicional da casa. Saladinha bem temperada, com destaque para os queijos.

Mas eu estava mesmo para o prato principal: scaloppine alle erbe fini (escalopes de filé grelhados, cobertos com molho rôti e ervas finas, acompanhado de batata gratinada), que finalmente matou minha vontade de comer uma boa carne. O escalope estava desmanchando, o molho veio no ponto e absolutamente delicioso e as batatas finí­ssimas tinham uma crosta de queijo que combinou perfeitamente com o prato. Marido foi de fettuccine al salmone fresco (massa com cubos de salmão puxados no alho, tomates sem pele e salsinha), que apesar de suculento, veio com pouco sal. Melhor comentário: “este salmão está tão bom que tem gosto de mar”.

Para finalizar, ele pediu uma torta de limão, enquanto eu ia pedir o pudim de leite, mesmo não gostando tanto desta sobremesa. E olha que maravilha: o pudim tinha acabado e o garçom me ofereceu tortinha de brigadeiro em substituição! Não podia ter acabado melhor :) La Terrina é recomendadí­ssimo!

SPRW: Le Poí¨me Bistrô

15 março, 2010

Por Isabelle Lindote (@lindote)

Carioca que sou, nunca tinha ouvido falar do São Paulo Restaurant Week até ano passado, quando me mudei para a terra da garoa. E foi exatamente por isso que perdi a chance de conhecer alguns dos estabelecimentos. Após quase um ano de Sampa, pude conferir de perto esta maratona gastronômica.

Como marido e eu não temos carro, escolhemos estrear no SPRW com um jantar no Le Poí¨me Bistrôalém de ficar relativamente perto de casa, o cardápio me agradou bastante. Pena que no fim das contas virou uma grande decepção.

Para começar, fiz reserva desde o dia 1º de março e fui ao restaurante cinco dias. Para minha surpresa, marido e eu tivemos que ficar em uma mesa redonda e minúscula na varanda do restaurante porque, segundo o sommelier, o interior estava lotado. Claro que bastou eu ir ao toalette para ver que não era verdade e que havia várias mesas vazias í  espera de reservas maiores.

Infelizmente tive um problema com minha máquina fotográfica e só consegui fazer essa foto da mesa.

Mesa

A vela apagou antes do prato principal e a rosa atrapalhava mais do que enfeitava, visto o tamanho da mesa. Pedimos de entrada Filé de frango crocante com gergelim, mostarda ao mel e folhas verdes da estação (a outra opção era um quiche). Imaginem um nugget. Agora dividam no meio e empanem as duas partes com gergelim. Era isso. A salada estava boa, mas sem nenhuma bossa.

Como prato, fomos de Portfólio de mignon recheado com fondue de roquefort, crosta crocante de pão caseiro e peras aromatizadas com cardamomo (a outra opção era Robalo com cogumelos de açafrão). Não posso afirmar que a carne era realmente filé mignon, pois era muito fina e com muito recheio, que estava amargando um pouco além da conta. A crosta estava boa, sem excesso de óleo, mas as pêras estavam tão estranhas que marido achou que era batata. O tamanho do prato? Tão pequeno quanto a mesinha.

Para encerrar, pedimos Brownie de chocolate com avelã, coulis de framboesa e menta, sorvete de creme (a outra opção era Tiramissú e café expresso). O bolinho estava gostoso, mas avelã passou longe, assim como o coulis, que não passava de um fio muito fino em volta do prato. O sorvete estava ok, sem grandes méritos também.

O Le Poí¨me Bistrô foi criado pelo restauranter Petrit Spahija, marido da atriz Maria Fernanda Cí¢ndido, e tem como especialidade os crepes e comidinhas de bistrô. Sinceramente, eu não pretendo voltar, já que saí­ com fome e senti um certo preconceito por ter pedido o cardápio do SPRW. Mas, para quem quiser investir em pagar caro por pouca comida, e gostar de crepe, pode ser que valha a pena.

Mais fotos do ambiente: http://www.lepoemebistro.com.br/fotos.html

Le Poí¨me Bistrô
Rua Joaquim Antunes, 98 – Pinheiros – São Paulo
(11) 3083-6016

Trem bão de si comê, sô!

2 fevereiro, 2010

Por Tiago Cordeiro

Domingo paulista, noite épica e fome absurda. A pedida é comida boa e farta, sem jeito de pedreiro. Resumindo: comida mineira? Aceito. E não conheço lugar melhor da comidamineirinhaquesósô que não seja o Consulado Mineiro. Praticamente uma zona de teletransporte em que você vai para uma zona dimensional conhecida como “fazenda-mineira-da-vó-que-ocê-nunca-teve-uai”.

Pastéis para começar

Não sei bem qual a história do restaurante, mas sinceramente? A imaginação é muito mais fascinante. Daí­, você viaja com os motivos de todos os garçons serem tí­picos mineiros (atores contratados? Famí­lia exilada em sampa? Ex-habitantes de Varginha que são ETs disfarçados?), mas francamente isso pouco importa quando a gente percebe que o serviço é ótimo. Praticamente impossí­vel não receber um sorriso e não achar simpático o sotaque dos caras. Regionalismo repetido no tempero do simpático Medalhão que pedimos (R$50,50).

Medalhão

Embora a maioria dos pratos seja para duas pessoas, qualquer refeição serve para duas pessoas e um ser da espécie dos glutões (presente). Foi o nosso caso. Aliás, dois homo glutoenis se satisfazem fácil com qualquer coisa do cardápio.

O prato é composto pelo macio filé com salsinhas pertinentes. Sim, pertinentes. A carne mineira passa longe daqueles bifões salgados consagrados pela cultura do sal desmedido. Não sei se as folhinhas tão injustiçadas pelo Verí­ssimo são o segredo do sabor ou se é a radioatividade do disco voador. Fato é que a carne é gostosa pra cacete. Relaxa e goza.

Pequena porção de arroz

Tal qual Adam Clayton (baixista) e Larry Mullen Jr. (baterista e percussionista) fazem no U2 o arroz e feijão do prato mineiro compõem bem o prato principal. Prefiro o arroz, diferente do que cresci comendo, com raí­zes cearenses. O arroz do Consulado é um Adam Clayton quase The Edge em seu inimitável solo de With or Without You. Na boa, não dá pra viver sem esse arroz. Curti o feijão, mas é que rola um preconceito racial: se não for preto, nunca acho mais do que bom. Mal aê. Coisa de carioca que não supera o fato de feijão branco ser chamado de carioquinha. É zoação de paulista, só pode.

Fritas

E pra fechar a batata frita mineira. Once upon a time que diziam que a french fries foi cunhada pelos franceses? C’est sa? Non, o Consulado explica que fritas são coisa de botecos mineiros, sequinhas e sem sal (ocê põe a gosto, cumpádre), mas deliciosas. Trem bão.

A pí­lula vermelha que nos fez sair da Matrix de Minas Gerais foi o cafezinho (R$ 2)  que pedimos no final. Forte demais e sem aquele sabor tí­pico que faz todo o resto especial. É o suficiente pra gente acordar, mas não é o bastante pra reclamar. Na real, o Consulado Mineiro permanece como uma zona de iguarias regionais e, felizmente, os caras ainda não resolveram voltar pro seu planeta ou pra Varginha, sei lá. Aproveite e desfrute disso.

Consulado Mineiro
Praça Benedito Calixto, 74, Pinheiros, São Paulo/ SP
Telefones: 11 3088-6055 ou  3064.3882

Em busca do churrasco grego limpinho

2 novembro, 2009

Essa história do churrasco grego limpinho começou há bastante tempo, na época do nosso antigo blog, e na semana passada teve um novo episódio.

Por sugestão da Laurinha, eu, ela, a Mafê, a Flora, o Marllon, o Everaldo e o Tales (meus amigos futuros diplomatas!) fomos no bar Pita kebab.

O bar é super simpático. Como eles estão participando do Boteco Bohemia, tinha um pessoal fazendo divulgação, pesquisa etc. O público é bem variado, tinha até famí­lias com bebês e crianças mais grandinhas.

 O kebab foi aprovado por todos. Eu experimentei o de kafta (R$10,90) e o resto do pessoal comeu o tradicional de cordeiro (R$14,90). Sabem como é, só de pensar que era um cordeirinho, eu começo a ficar com dó do bichinho e por isso não tive coragem de experimentar…. mas eles disseram que estava bom de verdade.

Também não resistimos í  uma sobremesa e dividimos uns docinhos árabes, que vêm em uma porção com quatro: pistache, nozes, damasco e figo (R$5,90). Os doces são bem bonitinhos e dá para matar a vontade de comer alguma coisa doce.

O mais importante: o bar lota (mesmo!). Na hora que a gente chegou estava vazio, só tinha a gente e algumas famí­lias. Quando fomos embora, tinha um monte de gente e í s vezes tem até fila… O mais aconselhável para quem for lá é chegar bem cedo. Nós chegamos eram 19h, mais ou menos.

Ah, dessa vez, infelizmente, não tem fotos, porque a última vez que eu fiquei sabendo da minha cí¢mera, ela tinha sido seqí¼estrada e o paradeiro conhecido era em Campinas (Barão Geraldo)… rs 

Pita kebab
r. Francisco Leitão, 282
(11) 3774-1790

Olha o pastel!!!

10 setembro, 2008

Por Paulo Henrique

Todas as quintas é realizada a feira livre na rua Antônio Bicudo, em Pinheiros, que entre outras delí­cias alimentí­cias, traz também a já tradicional (em São Paulo) barraca de pastel. Aos que quiserem aproveitar as delí­cias que a barraca prepara, uma dica: cheguem cedo, ou façam reserva, ou será impossí­vel encontrar uma mesa livre próxima ao local.

O ambiente do local segue o estilo simples, ao ar livre mesmo. Como a feira fecha a rua por completo, os clientes podem desfrutrar dos pastéis sem o incômodo barulho de carros e outros veí­culos, sendo no máximo importunados por ocasionais carrinhos de feira ou bicicletas.

Para se proteger do sol, os visitantes podem aproveitar as cadeiras e se sentar logo abaixo de uma confortável lona, e aproveitar para tomar um caldo de cana enquanto comem o pastel.

Falando nos pastéis, as opções de recheio são várias, que vão desde os já velhos conhecidos queijo ou carne moí­da, até outras opções mais refinadas, como camarão e até pastéis doces. Sendo pastel de feira, o esperado seria encontrar uma massa insossa com pouco recheio, mas o que vemos ali é justamente o contrário: uma massa boa, bem frita, e fartamente recheada.

Um aviso importante aos consumidores: em alguns casos, principalmente em pastéis cujo recheio contenha queijo, pode ser normal que haja uma sobrecarga de gordura. Nesses casos, a melhor solução para os amantes de comidas saudáveis é despejar um pouco dessa gordura no espaço reservado.

Ao final, uma surpresa: ao consumir uma determina quantidade de pastéis salgados, os consumidores são brindados com pastéis doces! Alguns sabores são particularmente “exóticos”, mas pessoalmente recomendo o pastel de banana, que já vem com uma cobertura de açúcar e canela.

No final das contas, o pastel da feira da rua Antônio Bicudo é uma ótima opção para quem quer uma opção tipicamente paulistana, rápida, barata, e pouco saudável. Vale a visita!