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A Chapa x Rockets

15 julho, 2010

Monterburguer do A Chapa x The Finest do Rockets


Difícil encontrar quem não goste de um bom hambúrguer. Alguns preferem com queijo, outros com salada, uns ainda com bacon – e quem, claro, coma mesmo com tudo isso junto, e muito mais. Nós também adoramos essa combinação de carne, pão e o que mais vier, por isso estamos sempre experimentando novas opções.

Neste segundo post de tira-teima, vamos falar mais um pouco sobre o A Chapa da Melo Alves e o Rockets, dois lugares praticamente vizinhos, mas com perfis bem diferentes. Acima, o Monterburguer (pão integral, hambúrguer de fraldinha e cheddar – dá para escolher o queijo – por R$ 20,60) do A Chapa, um sanduíche que gosto muito por ser grande, delicioso e ao mesmo tempo leve, já que a carne é magra e o pão combina perfeitamente com o lanche. O melhor? É possível usar uma das melhores maioneses de São Paulo no sanduba sem que ele perca o sabor. Do lado direito temos o The Finest (150g de carne com alface picada, tomate em rodela, mostarda de ervas, cebola picada e maionese), que inclusive consta no título completo da casa. É um lanche ruim? Não. Mas vale R$ 18,30? Também não.

Country Wedges do A Chapa x Fritas do Rockets


Claro que, na lista de itens que devemos observar, o ambiente, o atendimento e a apresentação dos pratos também contam. O Rockets tem uma decoração bem bacana, com clima de lanchonete dos anos 50, jukebox e tudo mais, enquanto o A Chapa é bonito e confortável, mas não tem um diferencial no assunto ambiente. Em compensação, tanto em atendimento quanto nos pratos, o A Chapa vence de 10 a 0, sem chances para o Rockets.

Basta ver os exemplos: enquanto a Country Wedges (batata frita com casca – R$ 11,30) é diferenciada e bonita, as fritas do Rockets são normais e sem-graça. O mesmo acontece nos sanduíches com salada -  é preciso mesmo colocar tanto alface, e de tão má qualidade, com folhas esbranquiçadas e interiças, em um lanche com frango grelhado, queijo e mostarda, como é o caso do Chicken Club Sandwich (R$20,50)? Em relação a custo-benefício (sabor, simpatia, etc), ficamos com o A Chapa!

Cheese Calabresa Tártaro do A Chapa x Chicken Club Sandwich do Rockets


A Chapa
Rua Melo Alves, 238 – Jardins – (11) 3085-0521


Rockets – The Finest Hamburguer

Alameda Lorena, 2090 – Jardim Paulista – (11) 3081-9466

Big X-Picanha: boa opção para noites famintas

5 julho, 2010

Apesar de existir desde o ano 2000, o Big X-Picanha só entrou na minha vida quando me mudei para São Paulo, a pouco mais de um ano. Isso porque moro bem próximo a uma das lojas, que já salvou nossos estômagos em várias ocasiões. No Rio, minha cidade natal, temos menos alternativas de lugares que sirvam este tipo de lanche, além das redes mais conhecidas. Acima um dos meus pedidos favoritos: Big For Kid’s (hamburguer de picanha 110g, queijo derretido e maionese, no pão com gergelim + porção de batata smiles). Apetitoso e barato, mata a fome por R$ 9,90.

Outra forma de matar a fome é pedir uma das porções da casa (acima, a picanha com salada, farofa e pão de hamburguer na chapa por R$ 24,90). Também costumamos optar por batata rústica com queijo ralado (R$ 9,90) para comer junto aos lanches, mas essa pedida nem sempre é satisfatória – da última vez a fritura passou do ponto.

De todos os sandubas que já pedi, e foram pelo menos uns 10 tipos diferentes, apenas um eu realmente não recomendo: o Salmão Burguer (a versão cardápio é diferente da realidade, bem menos apetitosa). Com um gosto meio de plástico meio de peixe artificial, menos de salmão, o lanche não honra as demais opções da casa. Melhor ficar com o seguro Big X-Picanha (R$ 16,90) ou outro sanduíche com hamburguer de carne bovina mesmo. O ponto alto? O atendimento sempre educado e atencioso dos garçons, que ganham nota dez na simpatia.

Big X-Picanha
16 unidades em São Paulo

Risotto Mix: Zero de sabor (e controle de qualidade)

21 junho, 2010


Sábado à tarde, passeio no Shopping Eldorado, maridão e eu resolvemos almoçar na praça de alimentação em vez de optar por restaurantes fechados. Depois de uns dez minutos analisando as alternativas, escolhemos experimentar o Risotto Mix, franquia especializada em, é claro, risotos.

Ele foi de prato com picanha, farofa temperada, batata frita e arroz carreteiro, que veio com mais batata do que qualquer outra coisa. O problema ficou mesmo com a carne: esturricada, sem sabor e em uma porção mínima – dois pedaços que renderam 3 mordidas cada.

O pior no entanto estava por vir: escolhi um prato clássico da casa – risoto de açafrão com steak de frango e batatas smile. Eis que ao provar o risoto, percebo que a falta de gosto não era exclusividade da carne do Tiago, infelizmente. Impressionante uma casa especialista nesta culinária conseguir errar tanto. Não havia sinal de cebola, de alho ou mesmo de açafrão – tive a impressão de que o arroz foi feito com água e depois “colorido” com algo amarelo e sem sabor. Para complementar, como mostra a foto acima, duas das minhas 4 batatas vieram com partes verdes, mostrando que o controle de qualidade da rede falhou novamente. Se salvaram os steaks recheados com presunto e queijo, que foram apenas fritos por ele, já que são comprados pré-prontos. O resultado foi que tive que deixar todo o risoto no prato e parti para um sanduíche para complementar minha refeição. Será que vale a pena dar uma segunda chance?

Risotto Mix
Mais de 40 lojas em todo o Brasil (rede de franquias)

Le Pain

20 maio, 2010

Ansiosa que só, resolvi conhecer a Le Pain – do seu jeito logo que abriu, na quarta, dia 19. O lugar é bonito, os atendentes super atenciosos, mas o serviço no primeiro dia foi uma lástima – era o primeiro dia…

Era 12h15 e o local estava vazio, eu, @neca e @tomazela pudemos escolher a mesa, olhar o cardápio com calma e, em questão de 15 minutos, o salão estava lotado! Acho que ninguém mais aguenta comer nos restaurantes da redondeza – devo confessar que sou uma das!

A primeira coisa que pedimos foram as bebidas. Salvo a Coca-Cola do André, os sucos chegaram no final do almoço… e, mesmo assim, depois de vários lembretes ao garçom: Estou com sede! Vai demorar?

A resposta era: Está batendo, está batendo!

Vai ver que foi de tanto bater que o suco chegou horroroso e sem sabor de nada, aguado. Argh!

Pedidos:

Bife à parmegiana – R$ 24,30

Picanha com polenta frita – R$ 22,80

Carne de panela ao vinho com purê – R$ 21,90

Tirando o atendimento, a comida é boa. O purê estava delicioso, e nem foi o prato que eu pedi – roubei algumas garfadas da @neca.

Para sobremesa pedi uma torta de limão siciliano que demorou pacas para chegar.

Amarguinha, nem gelada nem quente, estava morna. Não curti muito.

Ok, o lugar acabou de abrir e é preciso ter paciência. Esperamos que os ajustes venham rápido. Mas o melhor mesmo foi o café do André… trouxeram um pratinho com SAL, isso mesmo, sal, palito de dente, açúcar e adoçante. Já pensou se uma pessoa não presta atenção e coloca sal? Por que o sal não estava na mesa enquanto estávamos comendo??? Pois é, não sabemos!

Acabou aqui? Não. Na hora da conta, nossas comandas estavam vazias!!!!

Pelo menos a gente se divertiu com toda a situação. A Le Pain ainda não é do meu jeito e espero que esse não seja o deles, esse jeito bagunçado! :)

O gasto médio no almoço é de 35 reais com bebida e sobremesa.

Não tenho telefone porque eles ainda não tinham cartão e o site está com um EM BREVE! #fail

Le Pain
Avenida Pedroso de Morais, 1037


De bar em bar

12 novembro, 2008

A Jaci já comentou aqui sobre o Festival Bar em Bar (que não havia chegado em São Paulo ainda) há quase um mês. O fato é que o festival chegou em São Paulo!

Boa opção para quem não dispensa um bom papo, chopp gelado e tira-gostos de dar água na boca!!!

Alguns participantes:

  • A Lapinha (que tem um escondidinho muito gostoso) traz para o festival o “pastéis da horta”.

  • Bar Brahma (escondidinho í  paulista – iscas de picanha ao molho madeira, coberto com creme de mandioca gratinada com catupiry)
  • Canto Madalena (escondidinho de camarão – camarão refogado sob purê de abóbora com batata)

  • Cervejaria Devassa (Maria Bonita e Lampião – carne seca artesanalmente desfiada, puxada na cebola, escoltada por tenros nacos de aipim frito)
  • Cigana (Samossas indianas com mango chutney)
  • Pirajá (croquete de siri)

Carne de panela com caldo de picanha Knorr

13 agosto, 2008

INGREDIENTES

1 colher (sopa) de óleo
1 quilo de acém cortado em cubos
2 cubos de caldo de picanha Knorr
2 xí­caras (chá) de água fervente
2 colheres (sopa) de extrato de tomate
100g de minicebolas
8 batatas-bolinhas cortadas ao meio
1 cenoura pequena fatiada

MODO DE PREPARO

Em uma panela de pressão, aqueça o óleo e refogue a carne. Junte os cubos de caldo de picanha Knorr dissolvidos na água fervente . Junte o extrato de tomate, a minicebola, a batata e a cenoura. Tampe a panela e cozinhe por 30 minutos, contados a partir do iní­cio da pressão. Retire a panela do fogo e aguarde sair todo o vapor. Sirva em seguida.

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 40 minutos

*Receita da caixinha do caldo Knorr