Arquivo da Categoria ‘não gostei’

Pesquisa Applebee’s oferece… meia sobremesa?

16 agosto, 2010

Já falei do Applebees’s aqui, pois realmente gosto de vários itens do cardápio e normalmente sou melhor atendida do que no Outback, que também adoro. Por isso, quando a Cláudia falou sobre uma pesquisa de satisfação que vale uma sobremesa gratuita, estranhei o fato de nunca ninguém ter mencionado isso nas vezes em que fomos lá. Mas ao perguntar a respeito a um atendente, recebi o papel abaixo (clique para ampliar).


Peguei as instruções no dia 06/08, mas só fui responder a pesquisa cinco dias depois e não dentro do prazo de 3 dias que eles colocam nas instruções. Mesmo assim, consegui meu código de ativação para pegar minha sobremesa. Acabei voltando lá ontem (15/08), um dia antes de estourar o prazo de 10 dias para resgatar a cortesia.

Depois de almoçar com o maridão, chequei com a atendente sobre a sobremesa e ela me disse que, como estava escrito no cupom, eu poderia escolher entre uma fatia de abacaxi (Pineapple Delight, que custa R$ 7,90) ou o “Blue Ribbon Brownie Sundae” que nem consta no cardápio da rede. Mas acabei descobrindo do que se trata: é uma meia porção do “Fudge Brownie Sundae” que está na foto aí em cima à esquerda e que custa R$ 15,90. Em resumo: você responde à pesquisa, retorna para consumir no Applebee’s em até 10 dias e ganha… meia sobremesa ou uma fatia de abacaxi! Sensacional, né (sim, foi uma ironia)? No fim das contas, sua opinião vale menos de 8 reais, caso você volte em até 10 dias, claro.

O Hot Pocket não é hot

13 agosto, 2010

Fome. Mercado. Variedade. Barriga roncando. Pressa. Junte tudo isso à vontade de comer logo, gastar pouco e de preparo rápido. Nunca mais, nunca mesmo, compro o Hot Pocket da Sadia.

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Quando li que bastava quase 2 minutinhos no micro-ondas e tchau, comprei na hora. Mas o arrependimento que bateu na primeira vez que TENTEI dar a primeira mordida…o lanche vem em uma embalagem de papel fina que não protege o lanche, com instruções escritas em cinza, pior impossível.

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Fala sério!!! Não podia ser num tom de cinza mais escuro?

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Aí você coloca no micro-ondas no tempo que está na embalagem – 1 minuto e 20 ou 1 minuto e 30, conforme a potência do aparelho.
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A aparência chega a enganar

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Mas nem com o dobro do tempo indicado na embalagem deu certo…

Conclusão: o lanche virou uma borracha, duro e impossível de comer após a terceira tentativa de acabar com o gelo do meio do pão e da carne.

Fiquei com tanta raiva que até gravei um vídeo tosco com o lanche

Nhá Benta Clássicos da Kopenhagen

6 agosto, 2010


Apesar de não ser meu doce preferido, saborear uma boa Nhá Benta, com creme doce sem ser enjoativo e chocolate de qualidade, principalmente no inverno, pode ser sim uma delícia. Por isso, quando soube que a Kopenhagen ia lançar uma versão comemorativa dos 60 anos de seu produto mais vendido, eu precisava experimentar. Mas, infelizmente, me decepcionei!

A ideia é realmente boa: juntar clássicos como chumbinho com um toque de canela e base de waffer recheado, além do marshmallow tradicional e da cobertura já conhecida. No entanto, o recheio tem sabor de canela realmente forte e o biscoito da base é molenga, sem nenhuma crocância. A melhor parte o chumbinho na casca, mas ele não consegue sozinho fazer a diferença nessa versão da Nhá Benta. Para quem quiser experimentar, comprei a embalagem com três unidades por R$ 18,30, mas também é possível provar a unidade de 50 g por R$ 8,10.

Kopenhagen
Mais de 250 lojas pelo Brasil

Danette branco com M&M´s

2 agosto, 2010

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Desde a descoberta do Danette com M&M – e que comentei aqui que amei – fiquei pensando na opção com chocolate branco. A Isabelle e a leitora Ana Lígia comentaram de uma opção com M&M´s de amendoim, que ainda não testei, ainda!

Já a versão com chocolate branco…

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Comprei os dois e misturei o chocolate no Danette de chocolate branco, mas não ficou melhor, o gosto do chocolate branco é muito mais forte e não combinou, infelizmente.

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Winter Festival na Chácara Santa Cecília

2 agosto, 2010

Acabou hoje o Winter Festival. Ao todo, 20 restaurantes participaram do evento – e só conheci um. Quarta-feira fui provar a sopa de creme de cebola com rúcula, servida na Chácara Santa Cecília, em Pinheiros.

A experiência não foi das melhores, não por causa da sopa, que foi a única coisa boa na noite, mas pelo atendimento, principalmente.

Pedi uma porção de bolinho de arroz com carne seca e queijo antes da sopa:

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O bolinho chegou morno, duro e com pouca carne seca, era um bolinho de arroz com queijo oleoso.

Também pedi um suco de maracujá com erva cidreira:

28/07/2010

Precisei de quatro sachês de açúcar para conseguir beber o suco! Estava horrível!!! O vinho tinto era seco, mas o garçom nem se preocupou em falar do vinho. Já que a proposta era harmonização de vinho e sopa, o mínimo, era que ele falasse alguma coisa sobre o vinho…não?

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Eis a sopa, acompanhada de duas fatias de pão com um pouco de alho frito:

Winter Festival

Como o suco de maracujá estava horrível, pedi mais um suco e perguntei para o garçom qual suco era mais doce porque o de maracujá era impossível beber, eis a reposta:

- Doce só o de melancia!

Bebi o de melancia já pensando na conta e onde comer uma sobremesa, que não fosse lá, claro.

A única coisa bacana de tudo isso foi o potinho de cerâmica assinado pela Isabela Capeto.

28/07/2010

Ah, minhas reclamações continuaram no balcão, por causa uma nota fiscal. Ao pedir a nota, o garçom voltou 10 minutos após o pedido dizendo que não podia dar a nota com CPF. Reclamei que queria a nota. Ele me fez esperar de novo mais uns 15 minutos para dizer:

- Moça, a gente não tem como fazer a nota. A sopa que você provou é cortesia e não podemos tirar nota.

Respondi que ele estava certo em relação à sopa, cortesia, mas que os bolinhos e sucos foram pagos por mim.

Precisei ir até o balcão para pedir minha nota e olha que enrolação:

Eu só queria uma nota fiscal com a descrição dos valores consumidos e não consegui. A Chácara Santa Cecília emitiu uma nota com a descrição de refeição no valor que paguei…

John & Paul Burguer – O retorno

12 julho, 2010

Você adora hambúrgueres? É super fã dos Beatles? Então, se decidir ir ao John & Paul Burguer, melhor não fazer seu pedido ao garçom João ou corre o risco de que ele ria da sua cara. Isso mesmo, ria da sua cara.

Depois da má impressão que a Cláudia e a @tallyshie tiveram da hamburgueria, com lanches desmontados e demora no atendimento, resolvemos dar uma segunda chance à casa e voltamos lá na última quinta-feira, três meses depois da primeira visita.

Começamos pedindo uma porção Twist and Shout (R$ 14), de batatas enroladinhas. Apesar de não ser bem uma batata-frita, pois parece mais uma massa em forma espiral, é um bom aperitivo – pena que não serve bem mais do que duas pessoas e nem todas as batatinhas seguem o padrão. Por isso, pedimos na sequência uma porção de Money (R$ 15), com 10 coxinhas de frango com catupiry. Estavam saborosas, apesar de um tanto quanto oleosas, como mostra o estado do meu dedo após a degustação.


Junto aos lanches, pedimos uma porção de maionese da casa (R$ 3,50), que também veio oleosa, com textura molenga e nada temperada – uma lástima total. No John & Paul Burguer, o esquema é semelhante ao da Hamburgueria Nacional: para comer hambúrgueres, você escolhe o tipo da carne, o pão e paga cada acompanhamento à parte. Felizmente, neste quesito a casa mandou bem – minha carne de picanha (R$ 32) veio no ponto certo, o bacon (R$ 3) era crocante sem ser torrado, o queijo (R$ 3) estava na medida e o catupiry (R$ 3) era original. No total, meu prato principal custou R$ 38, um valor salgado para um lanche gostoso, mas não sensacional.

Voltando ao atendimento, no começo estava tudo bem, apesar de terem nos negado uma mesa melhor alegando que estavam todas reservadas – e vimos depois que não era verdade. Mas, na hora de pedir a sobremesa, tive a infelicidade de cruzar com o tal garçom João, citado no início do post, um sujeito que ainda não entendi se tem algum problema de fato ou se é simplesmente mal-educado. Ao perguntar como era o sundae (acima vê-se que não há explicação), recebi um risinho sarcástico de volta e a resposta “Tá escrito aí, tem 3 bolas” – o que não é verdade, pois há opção de sundae simples. Não satisfeito, ele voltou à mesa com caderneta em punho para anotar o pedido de sobremesa e eu novamente questionei se o doce vinha com calda, farofa, chantilly e outros itens. Mais uma vez, ele riu, quase gargalhou, e saiu para ir falar com outros garçons.

No fim das contas, deixamos a hamburgueria para nunca mais voltar, sem sobremesa, e com uma impressão ainda pior que da primeira vez. De que adianta os lanches terem melhorado? E do que serve o fato de o serviço estar mais ágil? Ser mal-tratada por alguém sem a menor noção, apesar dos cabelos grisalhos, é um disparate. Para quem não se importa com educação, a casa oferece uma carta com diversas cervejas importadas e o espaço das bebidas ocupa a maior parte do cardápio.

John & Paul Burger
Rua Mourato Coelho, 1.285 – Pinheiros – São Paulo
Telefone: (11) 2337-2540

Al Kebab

9 julho, 2010

Não gosto de kebab. Então, por que eu fui numa kebaberia? Bem, porque eu havia inventado de jantar em algum lugar na Vila Madalena e – com tantos lugares diferentes – acabei aceitando a vontade da Isabelle de conhecer o Al Kebab. Ela, que nunca tinha ido a uma kebaberia, queria conhecer.

Minha primeira experiência com o churrasco grego foi no Kebab Salonu em fevereiro de 2008.

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Para quem não sabe, kebab é uma palavra de origem árabe ou persa que significava originalmente carne frita, mas que hoje é mais conhecida como uma combinação de pão lavosh com recheios normalmente grelhados.

A segunda e a terceira experiência foram em Dubai, num restaurante qualquer do aeroporto e no Mc Donald´s. Afinal, não podia deixar de provar o Mc Arabia!


Ok, vai ter gente falando que isso não é kebab, mas para mim é. Argh!

A questão é, não posso falar se o Kebab do Al Kebab é bom ou não porque o Tiago e a Isabelle, que me acompanharam na kebaberia, não curtiram – e eu não comi. Sabe como é, nós curtimos hambúrguer!

Al Kebab

Passado o trauma do kebab, vamos às comidinhas mais interessantes:

Pão Al Kebab R$7

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Tirando o fato de esfarelar todo na mesa e fazer uma baita sujeira, é bom!

Kafta de carne R$ 9 - gostoso, mas as três míseras fatias de pepino parece piada

Al Kebab

Kibe de cordeiro R$ 11,50
– saboroso e um pouco oleoso

Al Kebab

Batata frita R$ 9,50 – sequinha e bemmm boa

Al Kebab

Resumo da história: nunca mais kebaberia!

A não ser por uma coisa, a sobremesa. A kebaberia tem uma quadra sensacional de brigadeiros (R$ 7,90)!

Al Kebab

Al Kebab

O meu preferido foi o vanilla cookie:

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Al Kebab
Rua Mourato Coelho, 1168, Vila Madalena
Telefone: 11 3034-6295

Yokozuna Sushi Bar

8 julho, 2010

Há duas semanas conheci o Yokozuna com a @Tallyshie e a @lindote, um restaurante japonês em Pinheiros, na rua Simão Álvares. O local é pequeno, lembra um pouco os restaurantes do Japão, tem mesas de madeira apertadíssimas e havia muitos funcionários para poucos clientes. Nem por isso, o atendimento foi cordial, infelizmente.

Yokozuna Sushi Bar

Logo que sentamos as toalhinhas quentes para limparmos as mãos foi colocada na mesa.

Yokozuna Sushi Bar

Depois, o cardápio. Usei a toalhinha – já fria- depois de folhear o que iria jantar. Fiquei entre um tepan e o rodízio, fiquei com a segunda opção.

Yokozuna Sushi Bar

O preço não é salgado pela fartura do rodízio, 39 reais no jantar, de terça a sexta. É a média cobrada pelos restaurantes japoneses da região, até mesmo de São Paulo.

Yokozuna Sushi Bar

Yokozuna Sushi Bar

Apesar de um prato lindo, pelo que se vê na foto. O hot roll chegou frio e as fatias de salmão estavam grossas. Mesmo assim devoramos a bandeja inteira!

Yokozuna Sushi Bar

Meu temaki – o de skin – estava ótimo. Arroz na medida certa e alga crocante.

Yokozuna Sushi Bar

O missoshiro estava um pouco salgadinho, não consegui tomar tudo.

Yokozuna Sushi Bar

Uma coisa que me deixou bastante incomodada no local era ser observada pelos funcionários enquanto conversávamos. Foi desagradável vê-los cochichando e estava estampado na cara de alguns que estavam loucos para ir embora, além de debruçados no balcão do bar. Dos restaurantes  japas em Pinheiros ainda sou fã do Tori, na Pedroso de Morais.

Yokozuna
Rua Simão Álvares, 445, Pinheiros
Telefone: 11 3813-4144
www.yokozuna.com.br

Gardênia Restô: O que é sofisticação para você?

1 julho, 2010

Se você vai a um restaurante especializado em massas, a lógica pede que peça uma bela lasanha ou um bom prato de macarronada. Logo, ao visitar o Gardênia Restô, o natural seria provar uma das opções com cordeiro, iguaria que tem destaque no cardápio da casa, certo? Mas aí seria muito fácil, afinal oferecer um risoto de cordeiro saboroso é obrigação de um lugar assim.

Em março deste ano fui pela primeira vez ao Gardênia para comemorar com o maridão nosso primeiro aniversário de casamento, já que eu sabia que o lugar tem um ambiente bonito, romântico e aconchegante. Começamos com o couvert (acima – R$ 7) com cesta de pães, manteiga e queijo com azeite e alho. O pão estava endurecido, o atendimento não foi solícito em trocá-lo mesmo com o restaurante vazio e nos sentimos meio “largados” até a hora de fazer o pedido. Fui de penne com molho de queijo (apenas correto) e o Tiago optou por hamburguer de alcatra com queijo, batata gardênia e salada (R$ 26,90), que veio com a carne ressecada e pouco tempero.

Como já havia ouvido falar bem de lá, resolvi esperar antes de escrever este post e visitar o Gardênia mais uma vez. Voltei lá com a Cláudia e experimentei novamente o couvert: desta vez o pão estava macio e quentinho. Em compensação, o atendimento foi ainda pior e mais relapso que meses antes. Conforme mostra a foto acima, escolhi almoçar filet mignon ao molho poivre (R$ 33) acompanhado de batata gratinada com queijo gruyére (R$ 13,90). Ela foi de prato do dia (no caso, quinta-feira: frango a milanesa com purê de batata por R$ 29,90). O balanço? Os pratos demoraram mais do que o aceitável para a hora do almoço, o serviço foi confuso, a conta foi cara e ainda fiquei o dia inteiro com dor de cabeça e enjoada, algo raro de acontecer. Tudo teria valido a pena se a comida fosse espetacular, mas a realidade é que foi apenas ok, sem o toque de sofisticação esperado em um restaurante desse naipe.

Restaurante Gardênia
Praça dos Omaguás, 110 – Pinheiros
(11) 3815-9247

Brigaderia: visual lindo, sabor a desejar

28 junho, 2010

Doces  gourmet para mim são irresistíveis, ainda mais se tiverem sabores diferentes, com chocolate em abundância e embalagens fofinhas. Depois de conhecer a Maria Brigadeiro, que encanta desde o aroma até a apresentação dos brigadeiros, dos quais é possível degustar antes de comprar, fomos conhecer a Brigadeira, outra loja bem avaliada por veículos como Veja SP e Guia da Folha, que foi inaugurada em março.

São 12 tipos de brigadeiros, que vão desde o tradicional até versões com nutella na massa, cobertura de cookies e sabores apreciados, como macadâmia, limão e doce de leite com côco. A loja é mesmo uma gracinha, toda forrada em tecido criado pela grife Farm (que também compõe as caixas de presentes), e mesmo quem não quer investir em uma embalagem especial leva para casa uma caixa de ótimo gosto, com brigadeirinhos desenhados e fundo azul.

Mas então, Isabelle, qual é o problema? Aponto dois: o atendimento e o sabor. Não se trata de um produto ruim e acredito que a massa tenha mesmo chocolate belga na fórmula. No entanto, além da consistência amolecida, não senti a mesma qualidade dos produtos usados nas coberturas. Levei uma caixinha com 6 unidades (R$ 17,00) para a Cláudia, que sentiu o problema ao comer a versão macadâmia do doce. Certamente, no entanto, o pior foi o atendimento: eu e um casal de amigos fomos recebidos de forma abrupta, com má vontade tanto na hora de nos explicar os sabores quanto para informar os preços. Impossível não comparar com a forma como fui atendida na Maria Brigadeiro – mesmo com muita gente em uma loja pequena, me senti valorizada como consumidora, com atenção na medida certa.

É uma pena, já que pelo que li da história das proprietárias Taciana Kalili e Fernanda Zajd, os doces foram criados com amor e a criação da loja não deve ter sido uma escolha fácil. Infelizmente, diante da falta de tato da atendente responsável, fui embora sem experimentar as demais opções, como o brigadeiro de colher da foto acima. Acho que vale sim uma segunda chance. E você, já provou?

Brigaderia
Shopping Market PlaceAv. Dr. Chucri Zaidan, 902 (terceiro piso)
Brigadeiro de colher – R$ 7
Unidade de brigadeiro – R$ 3
Caixa com 12 brigadeiros - R$ 30
Caixas de madeira forradas para presente - de R$ 25 a R$ 100
Caixa vip com 48 brigadeiros – R$ 150,00